"Palavra puxa palavra, uma idéia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução."(Machado de Assis) Acesse também www.noticiarte.com.br - estamos de volta!!!!
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sábado, 5 de abril de 2014
sábado, 22 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
As causas de uma revolução
Toda revolução tem um começo, e toda revolução tem uma forma.
Penso que o início da revolução não foi em junho/julho passado (2013), mas foi antes... Na verdade desde a VIRADA DO MILÊNIO!
Penso que toda revolução tem seus estágios, e no Brasil não vai ser diferente!
Toda revolução começa na mudança de atitude em relação ao que existe na realidade de um país.
O que está acontecendo na Criméia não começou agora, o que houve foi apenas o endurecimento das ações da Russia em relação à região da Crméia, e em relação à Ulcrânia!!! Na Venezuela é a mesma coisa; o que houve foi um endurecimento do Chavismo por parte de Maduro, coisa que já se imaginava quando ele falava que tinha visto Chávez numa pomba branca ao amanhecer... Para se ter ideia, o Nazismo alemão começou na décda de 1930, mas só descambou para uma guerra nos anos de 1940 - há quem diga que o Golpe de 64 na verdade foi uma revolução.
Voltando ao Brasil. às manifestações de julho passado foram apenas o estágio de acirramento de uma revolução que começou na poesia, no pensamento, mas como a poesia, em nossa sociedade não tem valor (de mercado) ninguém deu importância a ela quando esta começou, porém, a manifestação poética independente - a dos poetas que vendem seus livrinhos feitos em casa a preço de banana nas ruas - foi moldando as mentes e corações das pessoas, que se expressavam cada vez mais na Internet e que foram se organizando em grupos festivos (para jogar dominó, jogar cartas, tomar chá, ir a festas, comprar livros, fazer reivindicações, etc.); e enquanto isso os poetas se expressavam, tanto no meio real quanto no meio on-line, e as mentes e corações das pessoas foram se moldando...
Enfim, nos meses de junho, julho passados as manifestações esporádicas se juntaram e alcansaram um novo estágio, que é a da violência!
Não pense que são dois momentos distintos. Fazem parte da mesma revolução, só que agora com 'toque de recolher' etudo!
E é um processo revolucionário sim, pois isso vai interferir no processo eleitoral deste ano também!
Talvez não um processo revolucionário como o da Revolução Russa ou como o da Primavera Árabe, mas que estamos num momento crucial estamos sim, o problema é: para qual estágio vamos avançar agora? O da violência ou o da pacificação????
Dennys Andrade
Penso que o início da revolução não foi em junho/julho passado (2013), mas foi antes... Na verdade desde a VIRADA DO MILÊNIO!
Penso que toda revolução tem seus estágios, e no Brasil não vai ser diferente!
Toda revolução começa na mudança de atitude em relação ao que existe na realidade de um país.
O que está acontecendo na Criméia não começou agora, o que houve foi apenas o endurecimento das ações da Russia em relação à região da Crméia, e em relação à Ulcrânia!!! Na Venezuela é a mesma coisa; o que houve foi um endurecimento do Chavismo por parte de Maduro, coisa que já se imaginava quando ele falava que tinha visto Chávez numa pomba branca ao amanhecer... Para se ter ideia, o Nazismo alemão começou na décda de 1930, mas só descambou para uma guerra nos anos de 1940 - há quem diga que o Golpe de 64 na verdade foi uma revolução.
Voltando ao Brasil. às manifestações de julho passado foram apenas o estágio de acirramento de uma revolução que começou na poesia, no pensamento, mas como a poesia, em nossa sociedade não tem valor (de mercado) ninguém deu importância a ela quando esta começou, porém, a manifestação poética independente - a dos poetas que vendem seus livrinhos feitos em casa a preço de banana nas ruas - foi moldando as mentes e corações das pessoas, que se expressavam cada vez mais na Internet e que foram se organizando em grupos festivos (para jogar dominó, jogar cartas, tomar chá, ir a festas, comprar livros, fazer reivindicações, etc.); e enquanto isso os poetas se expressavam, tanto no meio real quanto no meio on-line, e as mentes e corações das pessoas foram se moldando...
Enfim, nos meses de junho, julho passados as manifestações esporádicas se juntaram e alcansaram um novo estágio, que é a da violência!
Não pense que são dois momentos distintos. Fazem parte da mesma revolução, só que agora com 'toque de recolher' etudo!
E é um processo revolucionário sim, pois isso vai interferir no processo eleitoral deste ano também!
Talvez não um processo revolucionário como o da Revolução Russa ou como o da Primavera Árabe, mas que estamos num momento crucial estamos sim, o problema é: para qual estágio vamos avançar agora? O da violência ou o da pacificação????
Dennys Andrade
Lições da FLIP
Revolução dos Versos
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“Existe uma consciência cada vez mais clara de vários setores da produção intelectual brasileira de que os últimos anos foram estranhos, e é importante ter consciência dessas questões”, disse Safatle. “Há uma dificuldade para criar uma dinâmica interna em que uma obra remeta a outra, exerça influência. Comparando nosso cinema com o latino-americano, existe uma defasagem. Temos grandes escritores, mas não uma dinâmica de grupo. Essa é uma questão muito específica do Brasil.”
Uma das razões para esse problema, de acordo com Safatle, está no fato de que grandes decisões que afetam o meio cultural são tomadas por diretores de marketing de grandes empresas. “Isso vai impondo certo modelo de difusão, de veiculação, adequado aos interesses corporativos de certas empresas, e é claro que isso tem um impacto. Há 5.000 saraus em São Paulo do qual sequer sabemos porque, do ponto de vista financeiro, não têm o menor interesse. É preciso escapar desse modelo para que a cultura brasileira seja novamente ouvida como merece ser ouvida.”
Safatle, assim como Hatoum, foi chamado para substituir o poeta egípcio Al-Barghouti, que perdeu ou teve furtado seu passaporte em Londres e, portanto, não pôde participar do evento. Enviou, porém, uma carta para o público, lida por Ángel Gurría-Quintana no início do encontro. Em seguida, coube a Mamede Jarouche a leitura de Em Jerusalém, um dos poemas de Al-Barghouti, que viu sua obra ser cantada pelos manifestantes que ocuparam a Praça Tahrir há pouco mais de um ano.
Mas afinal, o que torna revolucionária uma obra de literatura? Mamede Jarouche, tradutor de As Mil e Um Noites, fez questão de diferenciar duas linhas. Na primeira, a literatura é um instrumento da revolução. Nessa vertente, estão os poemas, até os de má qualidade, que são feitos para animar soldados, por exemplo, entoados como cânticos de guerra. Na segunda, observa-se um movimento interno na literatura, que busca um novo modo de produção literária, revolucionária em si mesma.
Um exemplo? O Alcorão, disse Mamede. “Ele pode ser visto como texto revolucionário, na medida em que se propõe como uma releitura para repor as coisas no lugar, e mediante o qual foi criado um dos maiores impérios que a humanidade conheceu. Antes dele, não havia nada semelhante na poesia árabe.”
Hoje, segundo Jarouche, há uma eclosão de autores que se apresentam como revolucionários apenas porque escrevem sobre a revolução. “Não acho que seja uma literatura revolucionária. Esses querem instrumentalizar ou ser instrumentalizados pela revolução.”
Não há arte revolucionária sem forma revolucionária. A famosa frase de Maiakóvski foi citada por Safatle, que discorreu sobre como a forma que usamos para nos expressar está ligada à nossa forma de pensar. “A literatura tem a capacidade de expor o descontentamento contra nossa maneira de pensar em determinada época. Existe uma ordem social que busca se afirmar e essa ordem vai produzir um abalo na própria gramática. Há momentos históricos em que já não é possível falar na mesma forma, pensar do mesmo jeito.”
Milton Hatoum foi enfático ao apontar que a literatura não tem um caráter doutrinário, de convencimento ou explicativo. Voltando a Graciliano Ramos, sobre quem falou na Conferência de abertura, lembrou que o alagoano se indispôs com a cúpula do Partido Comunista por não aderir à linha do realismo socialista e da arte proletária e por ter se recusado a alterar Memórias do Cárcere. “Foi um franco-atirador dentro da própria militância”, disse Hatoum. “Graciliano tem um poder muito mais esclarecedor do ponto de vista da consciência social do que um texto doutrinário ou panfletário. E é aí que a força dele está.”
Hatoum encerrou a mesa com um dos textos que integram Um Solitário à Espreita, recém-lançado. Escrito em junho de 2012, Estádios novos, miséria antiga parece premonitório, ao dizer: “Caprichem na maquiagem urbana e escondam (pela milésima vez) a miséria brasileira, bem mais antiga que o futebol. E quando a multidão enfurecida cobrar a dignidade que lhe foi roubada, digam com um cinismo vil que se trata de uma massa de baderneiros e terroristas. Digam qualquer mentira, mas aí talvez seja tarde. Ou tarde demais.”'
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“Existe uma consciência cada vez mais clara de vários setores da produção intelectual brasileira de que os últimos anos foram estranhos, e é importante ter consciência dessas questões”, disse Safatle. “Há uma dificuldade para criar uma dinâmica interna em que uma obra remeta a outra, exerça influência. Comparando nosso cinema com o latino-americano, existe uma defasagem. Temos grandes escritores, mas não uma dinâmica de grupo. Essa é uma questão muito específica do Brasil.”
Uma das razões para esse problema, de acordo com Safatle, está no fato de que grandes decisões que afetam o meio cultural são tomadas por diretores de marketing de grandes empresas. “Isso vai impondo certo modelo de difusão, de veiculação, adequado aos interesses corporativos de certas empresas, e é claro que isso tem um impacto. Há 5.000 saraus em São Paulo do qual sequer sabemos porque, do ponto de vista financeiro, não têm o menor interesse. É preciso escapar desse modelo para que a cultura brasileira seja novamente ouvida como merece ser ouvida.”
Safatle, assim como Hatoum, foi chamado para substituir o poeta egípcio Al-Barghouti, que perdeu ou teve furtado seu passaporte em Londres e, portanto, não pôde participar do evento. Enviou, porém, uma carta para o público, lida por Ángel Gurría-Quintana no início do encontro. Em seguida, coube a Mamede Jarouche a leitura de Em Jerusalém, um dos poemas de Al-Barghouti, que viu sua obra ser cantada pelos manifestantes que ocuparam a Praça Tahrir há pouco mais de um ano.
Mas afinal, o que torna revolucionária uma obra de literatura? Mamede Jarouche, tradutor de As Mil e Um Noites, fez questão de diferenciar duas linhas. Na primeira, a literatura é um instrumento da revolução. Nessa vertente, estão os poemas, até os de má qualidade, que são feitos para animar soldados, por exemplo, entoados como cânticos de guerra. Na segunda, observa-se um movimento interno na literatura, que busca um novo modo de produção literária, revolucionária em si mesma.
Um exemplo? O Alcorão, disse Mamede. “Ele pode ser visto como texto revolucionário, na medida em que se propõe como uma releitura para repor as coisas no lugar, e mediante o qual foi criado um dos maiores impérios que a humanidade conheceu. Antes dele, não havia nada semelhante na poesia árabe.”
Hoje, segundo Jarouche, há uma eclosão de autores que se apresentam como revolucionários apenas porque escrevem sobre a revolução. “Não acho que seja uma literatura revolucionária. Esses querem instrumentalizar ou ser instrumentalizados pela revolução.”
Não há arte revolucionária sem forma revolucionária. A famosa frase de Maiakóvski foi citada por Safatle, que discorreu sobre como a forma que usamos para nos expressar está ligada à nossa forma de pensar. “A literatura tem a capacidade de expor o descontentamento contra nossa maneira de pensar em determinada época. Existe uma ordem social que busca se afirmar e essa ordem vai produzir um abalo na própria gramática. Há momentos históricos em que já não é possível falar na mesma forma, pensar do mesmo jeito.”
Milton Hatoum foi enfático ao apontar que a literatura não tem um caráter doutrinário, de convencimento ou explicativo. Voltando a Graciliano Ramos, sobre quem falou na Conferência de abertura, lembrou que o alagoano se indispôs com a cúpula do Partido Comunista por não aderir à linha do realismo socialista e da arte proletária e por ter se recusado a alterar Memórias do Cárcere. “Foi um franco-atirador dentro da própria militância”, disse Hatoum. “Graciliano tem um poder muito mais esclarecedor do ponto de vista da consciência social do que um texto doutrinário ou panfletário. E é aí que a força dele está.”
Hatoum encerrou a mesa com um dos textos que integram Um Solitário à Espreita, recém-lançado. Escrito em junho de 2012, Estádios novos, miséria antiga parece premonitório, ao dizer: “Caprichem na maquiagem urbana e escondam (pela milésima vez) a miséria brasileira, bem mais antiga que o futebol. E quando a multidão enfurecida cobrar a dignidade que lhe foi roubada, digam com um cinismo vil que se trata de uma massa de baderneiros e terroristas. Digam qualquer mentira, mas aí talvez seja tarde. Ou tarde demais.”'
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Por um revolução literária
Revolução dos Versos
Hoje é o Dia Mundial da Poesia. DE manhã chegou uma cliente me falando isso na banca de jornal e me disse que eu estava de parabéns, pois sempre distribuia poesias lindíssimas. Disse que pegou uma de carlos Drummond de Andrade que ela amou.
_ Que bom!
A Sopinha de Versos é realizada desde 2009: foi inventada no dia 29 de outubro de 2009 e desde então não parou mais de ser produzida e distribuída, primeiramente na Penha e depois no Centro do Rio, no Sarau da carioca, que é um sarau de poesias que eu fazia com os livreiros do Largo da carioca, ao meio-dia -e-meia.
Por que esse horário???
Para pegar pessoas que estivessem andando na rua despretenciosamente até ser fisgada pela poesia. DE janeiro à dezembro de 2011 fiz o sarau no Centro do Rio, junto aos livreiros do local, até que, em 2012, comecei a trabalhar de jornaleiro e então levei a Sopinha de Versos para Laranjeiras (RJ) onde ela foi bem aceita pelas pessoas e está até hoje.
Antes eu organizava um sarau em Olaria, na Confeitaria Alhambra, que fica em frente à Estação de trem do bairro, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Depois passamos para o Clube do Olaria Atlético Clube e então, o sarau acabou... Acho que as pessoas gostavam mais da hstória de entrar numa padaria e ganhar versos!!!
A Sopinha de Versos realmente é uma Revolução dos Versos, pois as pessoas leem mais com ela, e leem sempre uma coisa diferente!
_ Viva a Revolução dos Versos à la carioca...
Hoje é o Dia Mundial da Poesia. DE manhã chegou uma cliente me falando isso na banca de jornal e me disse que eu estava de parabéns, pois sempre distribuia poesias lindíssimas. Disse que pegou uma de carlos Drummond de Andrade que ela amou.
_ Que bom!
A Sopinha de Versos é realizada desde 2009: foi inventada no dia 29 de outubro de 2009 e desde então não parou mais de ser produzida e distribuída, primeiramente na Penha e depois no Centro do Rio, no Sarau da carioca, que é um sarau de poesias que eu fazia com os livreiros do Largo da carioca, ao meio-dia -e-meia.
Por que esse horário???
Para pegar pessoas que estivessem andando na rua despretenciosamente até ser fisgada pela poesia. DE janeiro à dezembro de 2011 fiz o sarau no Centro do Rio, junto aos livreiros do local, até que, em 2012, comecei a trabalhar de jornaleiro e então levei a Sopinha de Versos para Laranjeiras (RJ) onde ela foi bem aceita pelas pessoas e está até hoje.
Antes eu organizava um sarau em Olaria, na Confeitaria Alhambra, que fica em frente à Estação de trem do bairro, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Depois passamos para o Clube do Olaria Atlético Clube e então, o sarau acabou... Acho que as pessoas gostavam mais da hstória de entrar numa padaria e ganhar versos!!!
A Sopinha de Versos realmente é uma Revolução dos Versos, pois as pessoas leem mais com ela, e leem sempre uma coisa diferente!
_ Viva a Revolução dos Versos à la carioca...
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
A poesia como proposta!!!
Bem, as manifestações estão crescendo...
O Santiago Andrade, cinegrafista da band, acabou sendo um marco; um mártir depois de sua morte. Não só porque comoveu toda a imprensa, mas porque - penso- com a morte dele o Brasil acabou entrando na Pós-Modernidade.
O teórico marshall Berman diz em seu livro "Tudo o que é Solído Desmancha no Ar" que alguns autores se designam modernos, outros se auto-intituçam Pós-Modernos, e acho que o Brasil entrou na Pós-Modernidade após este acontecimento.
Por que???
Porque houve uma ruptura, os manifestantes descobriram que podem matar!!!!
Houve uma ruptura...
A polícia não sabe como agir neste caso, e a ruptura está ficando cada vez maior com o tempo.
O Brasil, assim como todos os países da América latina tiveram uma "modernidade tardia", então a modenidade também veio atrasada.
Como solução indico a POESIA.
_ Penso que a Sopinha de Versos seria a solução para o Brasil!!!
Se os caras que acenderam o rojão lessem poesia não iriam se vender por 150 reais; não iriam nem estar participando das manifestações porque, afinal, a poesia faz a pessoa refletir.
A poesia trás um tipo de reflecção que nenhuma outra coisa pode dar, aliás, é por isso que em gvernos totalitários os poetas são proibidos de fazer poesia, e livros são queimados, e autores perseguidos, em fim... Fazem isso com o objetivo de fazer a informação parar de circular e simpismente porque um povo burro - mal informado - é mais fácil de se controlar. Povos ignorantes também são fáceis de se manter sob controle.
O Nazismo começou na Alemanhã bem antes do início da Segunda Guerra Mundial!!!
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Segundo Marshall Berman, no livro "Tudo o que é Solido Desmancha no Ar", "muitos artistas e trabalhadores intelectuais emergiram no mundo do estruturalismo, um mundo que simplesmente risca do mapa a questão da modernidade e todas as outras questões a respeito do auto-identudade e da história.
cinetistas sociais constrangidos pelos ataques a seus modelos tecnopastorais, abdicaram de de sua tentativa de construir um modelo eventualmente mais verdadeiro para a vida moderna.
... retalharam a modernidade em uma série de componentes isolados - industrialização, construção, urbanização, desenvolvimentos de mercados, formação de elites - e resistem a qualquer tentativa de integrá-los a um todo.
O eclipse do problema da modernidade nos anos 70 significou a destruição de uma forma votal de espaço público. Acelerou a desintegração do nosso mundo em um aglomerado de grupos de interesse privado, material e espiritual.. O único escritor... que tinha realmente algo a dizer foi MIchel Foucault.. reserva o seu mais selvagem desrespeito às pessoas que imaginam ser ossível a liberdade para a moderna humanidade
_ Se tudo o que é sólido desmancha no ar, é missão da geração atual reconstruir tudo novamente, porém, sempre tomando o passado como base, pois como afirma marshall Berman:
"Pode acontecer então que voltar seja um maneira de seguir adiante: lembrar os modernistas do século XIX talvez nos dê a visão e a coragem para criar os modernistas do século XXI. Esse ato de lembrar pode ajudar-nos a levar o modernismo de volta às suas raízes, para que ele possa nutrir-se e renovar-se, tornando-se apto a enfrentar as aventuras e perigos que estão por vir. Apropriar-se das modalidades de ontem pode ser, ao mesmo tempo, uma crítica ás modernidades de hoje e um ato de fé nas modernidades - e nos homens e mulheres modernos - de amanhã e do dia depois de amanhã.
_ A Sopinha de Versos, neste contexto, é um ato de fé nas pessoas...
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Nazismo no Brasil...
HOje ouvi o programa Brasil que não acaba mais, na Band News Fluminense e que dizia que o Brasil teve um cidade, de imigrantes alemães, que era tipo um Campo de Concentração Nazista - há que se ver que naquela época havia o Partido Integralista Brasileiro - e que ficava cerca de 8 horas por dia com luz, o resto do dia sem luz e nem ãgua.
Bem, segundo Batisti, após a Segunda Guerra Mundial Hitler veio para a Argentina, em um submarino e se refugiou no país vizinho. A Argentina deu azilo aos regugiados nazistas após a guerra -Peronismo - e fiquei pensando...
_ Tive uma professora de Comunicação, a Beatriz Schimit, que disse uma vez em sala de aula que o vargas era amigo pessoal de Hitler e que um mandava presente de aniversário para o outro.
Se Hitler não morreu em 1945 e veio para a Argentina, nas barbas do Peronismo, então provavelmete veio ao Brasil sim...
Getúlio Vargas se suicidou em 1954, então podemos conjecturar o seguinte diálogo:
Vargas: O Exécito e a Aeronáutica estão se rebelando e eu estou perdendo o apoio do população O que eu faço???
.
Hitler: É Vargas, não vai ter jeito não. Acho que você vai ter que se matar!!!
Vargas: Pois é, mas só se a situação apertar...
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Por uma revolução
"Certos modos de ser estão desaparecendo, outros estão sendo traduzidos e, mesmo, criados: novas formas de subjetivação podem estar surgindo." (Mente e Cérebro, 252, janeiro de 2014)
"A negra sorriu:
- Tá vendo?
- Tou. A gente liberta o negro.
A negra ia apanhando o tabuleiro. Henrique ajudou-a a botar as latas vaziasem cima. Ela perguntou:
- Você sabe qual é a coisa mais melhor do mundo?
- Qual é, minha tia?
- Adivinhe.
- Mulher...
- Não.
- Cachaça...
- Não.
- Feijoada...
- Não sabe o que é? É cavalo. Se não fosse cavalo, branco montava em negro..."
Pois bem , esse é o ponto!
A Sopinha de Versos é fruto da internet, é uma volta ao real... É frto da fragmentação vivenciada dia após dia. "A cada mometo novos avanços são feitos para dificultar a reserva e privacidade de dados. "temos também cada vez mais salvo nossos dados numa nuvem virtual (...) vamos incluindo nossa subjetividade nos mecanismos de fóruns da rede, despojando-nos de nosso mundo interno privado. Não só fazemos nosso currículo e movimentação bancária pela internet, mas fazemos confissões e declarações, postamos fotos de momentos íntimos familiares. Expomos nossos sentimentos como fazíamos em diários íntimos"
A Sopinha de Versos é uma volta ao real, já que visa colocar o indivíduo a fazer uma reflexão sobre sí mesmo! Visa colocá-lo para pensar.
A Sopinha de Versos são trechos de poesia, ou obras literárias que são distribuídas e que faz com que o indivíduo pare e pense sobre si mesmo.
Exemplo:
Não pode haver criação literária mais popular, que fale mais
diretamente ao coração do povo do que a trova. É através dela que o povo toma
contato com a poesia e sente sua força. Por isso mesmo, a trova e o trovador
são imortais.
(Jorge Amado)
Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso
desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.
(Sócrates)
As mulheres podem tornar-se facilmente amigas de um homem; mas,
para manter essa amizade, torna-se indispensável o concurso de uma pequena
antipatia física.
(Friedrich Nietzsche)
A verdadeira amizade é aquela que nos permite falar, ao amigo, de
todos os seus defeitos e de todas as nossas qualidades.
(Millôr Fernandes)
A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade
cultivando algumas pessoas.
(Carlos Drummond de Andrade)
[Se você não é um liberal aos 20 anos não tem
coração, e se não se torna um conservador aos 40 não tem cérebro – Winston
Churchill: revista Veja, 2326, pg 86]
- Tá vendo?
- Tou. A gente liberta o negro.
A negra ia apanhando o tabuleiro. Henrique ajudou-a a botar as latas vazias
- Você sabe qual é a coisa mais melhor do mundo?
- Qual é, minha tia?
- Adivinhe.
- Mulher...
- Não.
- Cachaça...
- Não.
- Feijoada...
- Não sabe o que é? É cavalo. Se não fosse cavalo, branco montava em negro..."
(Jorge Amado)
O mundo só vai prestar
Para nele se viver
No dia em que a gente ver
Um gato maltês casar
Com uma alegre andorinha
Saindo os dois a voar
O noivo e sua noivinha
Dom Gato e Dona Andorinha
Para nele se viver
No dia em que a gente ver
Um gato maltês casar
Com uma alegre andorinha
Saindo os dois a voar
O noivo e sua noivinha
Dom Gato e Dona Andorinha
(Jorge Amado)
"Custava-lhe esforço aquela decência tranquila, aquela face
calma - nervosa, no cansaço da noite maldormida,
da luta inglória contra o desejo em brasa do seu ventre. Por fora água parada,
por dentro uma fogueira acesa."
(Jorge Amado)
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Receita de sucesso!
Revolução dos Versos
Aventure-se
Uma viagem de 15 mil quilômetros começa com aquele primeiro passo.
Embora a vida seja incerta, o futuro não está fora de nosso controle. A única coisa de que precisamos estar certos é de que nosso próprio nível de comprometimento e dedicação. Isso tem um poder imenso. Se você dominar esse princípio, será capaz de criar o momento linear e a confiança de que pecisa para perceverar pelos obstáculos e desafios para alcançar seus mais maravilhosos sonhos e objetivos. A bola de neve permanece seguindo e crescente.
Lembre-se: sempre temos a capacidade de perceverar, de mudar o que esamos fazendo ou de mudar o curso de nossa direção. Contudo, também é útil compreender que o sucesso geralmente acontece quando você se arrisca e se aventura em tudo o que faz - quando procurar oportunidades, der o primeiro passo e tiver vontade de fazer o que for necessário para tornar seu sonho real, aventure-se.
(Jovens com Atitude Enriquecem mais Rápido, Kent Healy e Jack Canfield, São paulo 2013)
Aventure-se
Uma viagem de 15 mil quilômetros começa com aquele primeiro passo.
(provérbio chinês)
Embora a vida seja incerta, o futuro não está fora de nosso controle. A única coisa de que precisamos estar certos é de que nosso próprio nível de comprometimento e dedicação. Isso tem um poder imenso. Se você dominar esse princípio, será capaz de criar o momento linear e a confiança de que pecisa para perceverar pelos obstáculos e desafios para alcançar seus mais maravilhosos sonhos e objetivos. A bola de neve permanece seguindo e crescente.
Lembre-se: sempre temos a capacidade de perceverar, de mudar o que esamos fazendo ou de mudar o curso de nossa direção. Contudo, também é útil compreender que o sucesso geralmente acontece quando você se arrisca e se aventura em tudo o que faz - quando procurar oportunidades, der o primeiro passo e tiver vontade de fazer o que for necessário para tornar seu sonho real, aventure-se.
(Jovens com Atitude Enriquecem mais Rápido, Kent Healy e Jack Canfield, São paulo 2013)
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