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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Receita de sucesso!

Revolução dos Versos

Aventure-se

Uma viagem de 15 mil quilômetros começa com aquele primeiro passo.
(provérbio chinês)

     Embora a vida seja incerta, o futuro não está fora de  nosso controle. A única coisa de que precisamos estar certos é de que nosso próprio nível de comprometimento e dedicação. Isso tem um poder imenso. Se você dominar esse princípio, será capaz de criar o momento linear e a confiança de  que pecisa para perceverar pelos obstáculos e desafios para alcançar seus mais maravilhosos sonhos e objetivos. A bola de neve permanece seguindo e crescente.

  Lembre-se: sempre temos a capacidade de perceverar, de mudar o que esamos fazendo ou de mudar o curso de nossa direção. Contudo, também  é útil compreender que o sucesso geralmente acontece quando você se arrisca e se aventura em tudo o que faz - quando   procurar oportunidades, der o primeiro passo e tiver vontade de fazer o que for necessário  para tornar seu sonho real, aventure-se.  


(Jovens com Atitude Enriquecem mais Rápido, Kent Healy e Jack Canfield, São paulo 2013)

A importãncia do Poeta!

Revolução dos Versos

O poeta talvez seja o mecanismo mais importante da Sociedade. Chamo de Poeta todo pensador e inventor que a Humanidade já teve!

Na guerra ele também se faz importante...

Olha o que eu achei, que foi publicado pela Folha de São Paulo:
(Uma coisa parecida com os "intelectuais do PT)
http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/2013/10/446397-cia-cooptou-intelectuais-na-guerra-fria-leia-trecho.shtml

Na batalha por corações e mentes durante a chamada "Guerra Fria da Cultura", nos anos 1940, 1950 e 1960, a CIA cortejou a "intelligentsia" comunista e colocou alguns dos maiores expoentes do mundo ocidental --assim como importantes publicações-- na sua folha de pagamentos.
Isso foi feito por meio do "Congresso pela Liberdade Cultural", órgão que financiava artistas e intelectuais com o objetivo de mantê-los distantes da ideologia comunista e aproximá-los do "american way of life".
O livro "Quem Pagou a Conta?", da editora Record, revela as ações subterrâneas da CIA para cooptação de artistas e intelectuais em vários pontos do mundo. O leitor terá uma nova visão sobre como o poderio econômico influenciou a produção cultural da época.
Leia abaixo um trecho do livro que descreve, de forma sintética, o esquema de cooptação dos artistas e narra o episódio da visita -- patrocinada pela CIA-- do poeta norte-americano Robert Lowell (1917-77) ao Brasil. Ele foi um dos muitos artistas e intelectuais cooptados pela agência. Um dos "presentes" que ganhou foi uma viagem ao Brasil para visitar sua amiga, a escritora americana Elizabeth Bishop (1911-79), que morava no Rio de Janeiro.

Em 11 de maio de 1962, Robert Lowell tornou a ser convidado à Casa Branca, dessa feita para um jantar em homenagem a André Malraux, na época ministro da Cultura da França. Na recepção, Kennedy fez uma brincadeira, dizendo que a Casa Branca vinha-se tornando "quase um café para intelectuais". Mas Lowell era cético e, depois do jantar na Casa Branca, escreveu: "E aí, na manhã seguinte, lemos que a Sétima Frota fora mandada para algum lugar na Ásia, e tivemos a curiosa sensação de que o artista era realmente sem importância, de que aquilo fora uma espécie de decoração de vitrine, e de que o governo de verdade estava noutro lugar, e de que algo muito mais próximo do Pentágono é que realmente dirigia o país (...). Sinto que nós, os intelectuais, desempenhamos um papel muito pomposo e frívolo - deveríamos ser vitrines, não a decoração das vitrines."
Embora raras vezes se expressasse em termos francos, havia uma tendência crescente, entre alguns intelectuais, a ver com desconfiança a filantropia do governo. Mas a questão da corrupção não preocupava indevidamente a CIA, sob cujos auspícios era distribuída grande parte dessas doações. "Há momentos em que é como se a gente fosse seduzida", disse Donald Jameson.
"Acho que quase todos os que ocupavam uma posição de destaque no Congresso [pela Liberdade Cultural] tinham consciência de que, de um modo ou de outro, o dinheiro vinha de algum lugar, e, se a gente olhasse em volta, só havia uma escolha lógica, em última instância. E o sujeito tomava uma decisão. Na verdade, a principal preocupação, para a maioria dos estudiosos e escritores, era como ser pago para fazer o que queria fazer. Creio que, de modo geral, eles aceitariam dinheiro de qualquer fonte em que pudessem obtê-lo. E era por isso que o Congresso e outras organizações similares - no leste e no oeste - eram vistos como uma espécie de grandes tetas em que qualquer um poderia mamar, se precisasse, e depois ir cuidar de suas coisas. Essa foi realmente uma das grandes razões, penso eu, do sucesso do Congresso: ele permitia que o sujeito fosse um intelectual sensível e tivesse o que comer. E as únicas outras pessoas que faziam isso eram, realmente, os comunistas."
Gostassem ou não, soubessem ou não, dezenas de intelectuais do Ocidente ficaram então ligados à CIA pelo "cordão umbilical do ouro". Se Crossman pudera escrever, em sua introdução de O Deus que falhou, que, "Para o intelectual, o conforto material é relativamente sem importância, o que mais lhe importa é a liberdade espiritual", muitos intelectuais pareceram incapazes, nessa ocasião, de resistir a dar uma volta no trem da alegria.
Algumas conferências do Congresso "eram sobretudo um espetáculo, e às vezes, seus freqüentadores faziam lembrar as altas rodas que circulavam entre St. Tropez, no verão, e St. Moritz ou Gstaad, no inverno", escreveu o sovietólogo Walter Laqueur, também ele freqüentador habitual dessas conferências. "Havia um esnobismo, particularmente na Grã-Bretanha, uma aparência externa de refinamento, espirituosidade e sofisticação, combinada com a falta de substância - conversa de mesa do corpo docente e mexericos do Café Royal." "Essas excursões elegantes e dispendiosas deviam dar grande prazer às pessoas que as faziam à custa do governo. Porém havia mais do que prazer, porque elas sentiam o gosto do poder", disse Jason Epstein.
"Quando iam a Nova York, esses intelectuais visitantes eram convidados para grandes recepções, com comida caríssima por toda parte, criados e sabe-se lá mais o quê, muito mais do que eles mesmos tinham recursos para se proporcionar. Quem não gostaria de estar numa situação dessas, na qual o sujeito é politicamente correto e, ao mesmo tempo, bem recompensado pela postura que adotou? E foi isso que deu ensejo à corrupção que se seguiu."
Os que não recebiam diárias de ajuda de custo em Nova York podiam tirar proveito da Villa Serbelloni, em Bellagio, no norte da Itália. Equilibrada sobre um promontório entre os lagos setentrionais de Lecco e Como, a mansão fora legada à Fundação Rockefeller pela Principessa della Torre e Tasso (née Ella Walker). A fundação colocou a residência à disposição do Congresso, como um retiro informal para seus membros mais ilustres - uma espécie de refeitório dos oficiais em que os que combatiam na linha de frente do Kulturkampf podiam recuperar as forças. Os escritores, pintores e músicos que ali passavam temporadas eram recebidos por um motorista particular de uniforme azul, que trazia na lapela a pequena insígnia "V.S.". Os hóspedes não recebiam uma "verba" como tal, mas a hospedagem era gratuita, assim como todas as despesas de viagem, as refeições e o uso da quadra de tênis e da piscina. Escrevendo no elegante papel timbrado da Villa, Hannah Arendt disse a Mary McCarthy: "A sensação é de estar subitamente hospedada numa espécie de Versalhes. O lugar tem 53 criados, incluindo os homens que cuidam dos jardins (...). Os funcionários são chefiados por uma espécie de maître que data dos tempos da 'principessa' e tem as feições e os modos de um fidalgo da Florença quatrocentista."
McCarthy respondeu ter descoberto que esse meio luxuoso não era propício ao trabalho árduo. A villa foi também o aprazível local do seminário do Congresso de junho de 1965, sobre o tema "As condições da ordem mundial", realizado em associação com a revista Daedalus e com a Academia Norte-Americana de Artes e Ciências.
Para uns poucos eleitos, havia também a possibilidade de desfrutar da companhia de Hansi Lambert (a amiga milionária do Congresso que também servia de anfitriã em sua residência de inverno em Gstaad) ou de Junkie Fleischmann, para cruzeiros no Mediterrâneo em seus iates. Os Spender foram hóspedes de ambos. Quando Stephen contou a Ernst Robert Curtius sobre seu cruzeiro de Corfu a Ischia, em agosto de 1955, o alemão disse, simplesmente: "Você era comunista, e agora passeia em iates no Mediterrâneo, já, já." Para os que preferiam a terra firme, o Congresso providenciava acomodações nos estabelecimentos mais prestigiados da Europa. Em Londres, havia o Connaught; em Roma, o Inghilterra; e em Cap Ferrat, o Grand Hotel.
Em Paris, Irving Brown continuava a receber em sua residência fora de casa - a suíte presidencial do Hotel Baltimore. A despeito de suas reservas quanto a aceitar o patrocínio do governo, Robert Lowell conseguiu reprimi-las em favor de uma passagem de primeira classe para a América do Sul, oferecida pelo Congresso pela Liberdade Cultural em maio de 1962. Durante vários anos, sua grande amiga Elizabeth Bishop, que morava no Rio de Janeiro, havia insistido em que ele fosse visitá-la; nesse momento, a oferta da verba do Congresso levou-o à ação. Bishop ficou encantada. O pessoal do Departamento de Estado no Brasil "comporta-se de uma forma muito ESTÚPIDA e grosseira", escreveu ela, e "costuma mandar romancistas e professores muito insignificantes e chatos".9 A visita de Lowell prometia ser muito mais interessante.
Fazia anos que o Congresso vinha tentando ampliar sua influência na América do Sul. Sua revista na região era Cuadernos, editada por Julian Gorkin. Gorkin havia fundado o Partido Comunista de Valência em 1921 e trabalhara numa rede clandestina do Komintern, onde havia aprendido, entre outras coisas, a falsificar passaportes. Ao romper com Moscou em 1929, alegara que os soviéticos tinham tentado convencê-lo a se tornar assassino. Quase no fim da Guerra Civil espanhola, ele fugira para o México, pousada tradicional de bolcheviques foragidos, e ali tinha sobrevivido a cinco tentativas de homicídio, uma das quais lhe deixara um buraco no crânio. Como editor de Cuadernos, sua tarefa era tentar penetrar na "grande desconfiança" da América Latina, onde a única maneira de exercer um impacto significativo, brincava ele, era atacar constantemente os Estados Unidos e entoar louvores a Sartre ou Pablo Neruda.
Gorkin não tivera essa tarefa facilitada pelo golpe de Estado da Guatemala, respaldado pela CIA (1953), nem pela Revolução Cubana de 1958. Na esteira da intervenção norte-americana nessas áreas, esse fora um período de "euforia para os comunistas latino-americanos e seus aliados", mas Gorkin havia enfrentado as adversidades e dado ao Congresso um nicho importante num ambiente hostil. Lowell chegou ao Rio de Janeiro com sua mulher, Elizabeth Hardwick, e com a filhinha de cinco anos do casal, Harriet, na primeira semana de junho de 1962. Lá estava Nabokov para recebê-los no aeroporto, em companhia de Elizabeth Bishop. As coisas correram muito bem até a família de Lowell embarcar num navio com destino a Nova York, no dia 1º de setembro, enquanto ele permanecia para continuar sua viagem pelo sul, indo ao Paraguai e à Argentina. Quem o acompanhou foi Keith Botsford, o "representante ambulante permanente" do Congresso na América do Sul, que fora "infiltrado na viagem" por John Hunt, a fim de ficar de olho no poeta (no linguajar da CIA, Botsford era a "guia da coleira" de Lowell).
Foi em Buenos Aires que os problemas começaram. Lowell jogou fora os comprimidos receitados para sua psicose maníaco-depressiva, tomou uma série de martínis duplos numa recepção no palácio presidencial e anunciou que era "o César da Argentina", e que Botsford era seu "lugar-tenente". Depois de fazer um discurso sobre Hitler, no qual enalteceu o Führer e a ideologia do super-homem, Lowell tirou toda a roupa e montou numa estátua eqüestre numa das praças principais da cidade. Depois de prosseguir nessa linha por vários dias, ele acabou sendo dominado, por ordem de Botsford, enfiado numa camisa-de-força e levado para a Clínica Bethlehem, onde teve as pernas e braços atados com tiras de couro, enquanto lhe injetavam vastas doses de Torazina.
*

Benefícios da leitura

Segundo o site estantevirtual:

A conclusão do estudo apontou que a leitura de livros pode ser um exercício valioso para o cérebro, já que quando lemos, o sangue flui para diversas áreas associadas à concentração e, no caso de uma leitura mais crítica, também para áreas menos ativas do cérebro. Logo, o estudo concluiu que a forma de leitura afeta o cérebro e através dela podemos treiná-lo para ser cada vez melhor em atividades que exigem compreensão e concentração


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Exocivilizações

Fiquei meio intrigado ao descobrir o  conceito de Terra Oca:

Já imaginou se for verdade, e que nós somos uma exocivilização da Terra...

Como em toda fruta, a parte nutritiva está no interior, e por fora fica a parte podre, que se pode descartar. 

Já imaginou se todos os planetas forem assim, e que na superfície deles não exista vida.

E se dentro de cada planeta existir uma estrela e uma civilização...


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Revolução dos Versos

" quando lemos, o sangue flui para diversas áreas associadas à concentração e, no caso de uma leitura mais crítica, também para áreas menos ativas do cérebro. Logo, o estudo concluiu que a forma de leitura afeta o cérebro e através dela podemos treiná-lo para ser cada vez melhor em atividades que exigem "

Bem, visto isto, que a leitura, penso então que uma Revolução dos Versos, que tem como objetivo principal fazer com que as pessoas leiam os autores renomados da cultura mundial, ela também faz bem para a saúde.

Não é à toa que muitos velhinhos constantemente me pedem uma Sopinha de Versos na banca dizendo que "faz bem pra cabeça", e que agora tem até comprovação científica...  

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

uvi o Boechat falar que esses movimentos de internet que dezembocaram nas manifestações, se não sair da internet, como aconteceu em julho no Brasil, não adiantam nada!!!

Fiquei pensando...


A Sopinha de Versos faz isso com os poetas.

Teve até uma conhecida que me falou isso, que eu "coloco os poetas nas ruas sem agredir ninguém.

Literatura não pode ser uma coisa imposta!!!

Na Alemanha nazista o Hitler impôs um tipo de literatura, a "Literatura em Tópicos". O poeta <aiakovisk fez a poesia O Balaço e deu um tiro na cabeça...

As pessoas se articulam na internet e não voltam para o real.

A Sopinha de Versos faz isso, busca num bios virtual as poesias, as informações e atrás para o bios geugráfico (para o real), e é por isso que é ela a chave de uma revolução sem mortes e sem sangue, pois se faz uma revolução no intelecto das pessoal fazendo-as refletir sobre tudo na vida.

Qual o objetivo das Sopinhas de Versos?

O objetivo é fazer as pessoas lerem mais.

E qual o sentido da Sopinha de Versos?

O sentido das Sopinhas é dado por quem as lê.

Como?

Às vezes a pessoa saiu de casa para comprar pão na padaria e após ler a Sopinha de Versos resolve comprar pão leite e biscoitos e ainda uma rosa para agradar a sua esposa, enfim... A Sopinha que Versos, neste exemplo, inspirou a pessoa em questão a comprar um café da manha mais aprimorado e ainda uma rosa para agradar a esposa.

E assim que se estrutura a Revolução dos Versos!!!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Poesia paulista X Poesia carioca

Ontem estava lendo eu uma revista - Revista Metáfora - e tinha ma reportagem sobre a poesia slam, poetryslam que existe em São Paulo e que falava de um grupo que se reunia no Viaduto do Chá para competir fazendo uma poesia performática e que os jurados era quem estivesse assistindo.

Nestas competições só entram poesias próprias, ou seja poesias autorais.

Li não sei aonde que a poesia autoral não tem valor nenhum e que o que tem valor é o que foi escrito pelos poetas renomados da sociedade... Isso inclusive me motivou para começar a fazer a Sopina de Versos e a distribuí-la pelas ruas gratuitamente.

Tem que ser gratuita se não a pessoa não lê, compra só para ajudar! Eu fiz isso um monte devezes!!!!


_ Não faço mais...

O legal das Sopinas de Versos é que ela provoca a reflexão de quem a lê, ou seja, as pessoas em Laranjeiras - onde faço a distribuição - já vão votar mais conscientes do que antes nas próximas eleições.

Nas Sopinhas eu coloco sempre um trecho de poesia com a identificação do autor, e isso é para gerar a curiosidade no leitor para procurar o restante da poesia citada.

A diferença entre a poesia paulista e a carioca, que percebo, é essa. Lá as pessoas querem falar as suas prórias poesias, o que aqui no Rio também é recorrente, mas como já faço esse movimento a mais de um ano - o das Sopinhas! - aqui as pessoas, no que percebo estão mais voltadas para o que os autores do passado escreveram... SEm fazer referência á Sociedade dos Poetas Mortos.

Vez por outra faço Sopinhas de Versos das minhas poesias também, e de alguns amigos... O poeta não precisa estar morto para participar!!!

Teve uma vez que ouvi no rádio que algumas pessoas foram presas por distribuírem uma xerox da revista Veja, em Brasília... Já pensou se me prenderem?

_ Foi preso por quê?

_ Porque estava distribuindo versos.



 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A aura... O novo... O passado...

Há muitos anos fico nessa de distribuir versos de graça para as pessoas e ao que pode parecer não é uma luta vã...

Não há muito reconhecimento, mas tenho certeza que esse movimento lterário que iniciei em outubro de 2012 já está gerando frutos!

Não é à toa que, vez por outra, a TV cita algum escritor em seus programas ou que cada vez mais as pessoas citam pensamentos e frases de escritores renomados. Já chegaram a me afirmar que "Isso não é por causa de você!", no que respondi que "Mas eu não disse isso. É você que está dizendo..."

Porém uma coisa é fato:

Esses versinhos que distribuo, quando o pessoa gosta do escrito, tira xerox e distribui para os amigos ou para as amigas e assim cada vez mais leitores participam deste movimento, o que contraria o que Barthes - pensador da comunicação - disse sobre "a perda da aura".


A aura, no sentido de obra literária única já fora perdida há tempos, mas que ganha um novo gás quando pessoas, com pensamentos e iniciativas diferentes entram em contato com o que foi escrito pelo autor em questão. 

É um movimento de flexão e reflexão!

"Penso logo existo"

Por exemplo: uma pessoa que lê "Plavra puxa palavra, uma ideia trás a outra e assim se faz um livro, um governo, uma revolção" de Machado de Assis, pode pegar caixas de leite e redecorar colocando uma estampa em cipa - diferenciÁ-la - e fazer bolsas para serem vendidas reciclando o que antes seria descartado. Pode pegar as conchas da praia e fazer brincos ou pulseiras, como muitos trabalhadores informais de Cabo Frio (RJ) fazem... Podem criar pensamentos novos, enfim.






domingo, 10 de novembro de 2013

Churchill

Ningupem sabia melhor do que Wiston Churchill que conduziu os destinos da Inglaterra numa época amarga. Churchill compreendeu que numa hora em que os ingleses precisavam se erguer em defesa do seu país, ele deveria lhes falar em sua linguagem, em palavras que os inspirassem a lutar "nos mares e nos oceanos... no ar... (e) nas praias." Ele não recorreu a metáforas ou frases complicadas, mas a palavras que eles compreenderiam, "naa tenho a oferecer-lhes a não ser sangue, suor e lágrimas."
 
Churchill quis repartir seus conhecimentos ao dizer: "toda a minha vida tenho ganho o meu sustento através de palavras, escritas ou faladas. SE é que aprendi alguma coisa sobre a utilização dessas palavras, o que me parece mais certo e importante é o seguinte: de todas as palavras que conheço, as mais úteis são as mais curtas. Elas são as palavras mais conhecidas e que podem atingir mais homens. São elas as palavras que movem a humanidade."     

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

SBT Brasil

Estava eu passando os canais da TV e vi o apresentador do SBT Brasil, Joseval Peixoto, no fim do jornal, recitar um trecho de poesia do Eduardo campos... O trecho fala sobre rosas e intrusos. Ainda não comsegui pegar a poesia toda!

Porém, isso é a Revolução dos Versos, pois todos estão usando trechos de poesia para se expressar. Isso é legal, mas há que se ter cuidado, pois, como existe o sentido figurado de todo, de todas as obras literárias aliás, ele pode ser usado e levar as pessoas a acreditarem numa falácia!!!!!