Estou trabalhando agora em uma banca de jornal. De jornalista virei jornaleiro!!!
O Sarau da carioca acabou na primeira sexta-feira de dezembro de 2011, mas a distribuição continua, ou melhor, continuou de forma mais restrita e suscinta, mas o sarau vltará a ser realizado!!!
Não mais no largo da Carioca, mas na banca de jornal que trabalho, que fica na esquina da Rua Ypiranga com a Coelho Neto, no bairro de Laranjeiras... O sarau deve começar por vlta das 10 horas da manhã.
Atualmente estou distribuindo as Sopinhas de Versos para as pessoas que quando passam pela banca e penso que vão gostar de ler uma poesia dada de graça... Já recebi críticas por este gesto, que segundo a poetiza Rita Lacerda, é um ATITUDE. Criticam porque eu dou de graça as poesias, e sempre me perguntam: O que você ganha com isso? Respondo: Nada. A minha satisfação é a reação das pessoas ao lerem poesias de autres diversos nas ruas; ninguém espera ganhar uma poesia na rua, ainda mais de graça!
_ Não ganho nada, mas a satisfação é garantida!!!
Já tentei vender o "meu peixe", que é a atividade poética, para algumas empresas, mas isso que eu comecei na primeira sexta-feira de dezembro de 2010, e que foi realizado durante todas as primeiras sexta-feiras de 2011, se tornou um movimento poético do Rio de Janeiro, tanto que as pessoas sempre me perguntam pelos versos.
Na verdade, essa distribuição - a poesia em si - é um costume, e com a distribuição realizada pelas ruas da cidade toda no ano passado eu acabei formando um pequen nicho de leitores favoráveis à leitura de poesia na cidade, e que com o fim da distribuição nos diversos bairros que era empreendido por mim, esse nicho de leitores começou a reivindicar poesia cada vez mais.
Isso é legal! Pelo menos a Sopinha de Versos serviu para alguma coisa além da minha satisfação pessoal. Hoje conversei com meu advgado e ele me perguntou sobre as poesias - eu nunca tinha dado nenhuma Sopinha de Versos para ele -, e disse que ia bem; dei-lhe uma Sopinha, de Luiz de Camões e ele me disse que estava lendo cada vez mais poesias!!!
_ Enfim, isso é a Revolução dos Versos... A revolução é a mudança de postora das pessoas perante a poesia, o que está acontecendo por todo o Rio de janeiro e desconfio que em todo o Brasil também.
Dennys Andrade
"Palavra puxa palavra, uma idéia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução."(Machado de Assis) Acesse também www.noticiarte.com.br - estamos de volta!!!!
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Odisséia 2011
O ano de 2011 foi e é uma odisséia solta pelo ar...
Este foi o ano de atividade das Sopinhas de Versos no Rio de Janeiro, que eram distribuídas gratuitamente e na primeira sexta-feira do mês culminava com um sarau - o Sarau da Carioca - que acabou por falta de apoio.
O sarau no Centro do Rio acabou, mas a distribuição continua no bairro da Penha e arredores...
A área da Leopoldina, no Rio, que tem um valor histórico imenso para toda a cidade, mesmo à revelia, do poder público, vive. ..
Por causa disso e de outros acontecimentos ocorridos em 2011 é que tudo o que viver a acontecer, no âmbito político e literário na região, terá haver com o ano que passou. Se o Brasil é o que é hoje é por causa do desenvolvimento da região no passado, pois a APA Fazendinha, por exemplo, que fica no final do IAPI da Penha, foi o local onde houveram os primeiros estudos sobre Agronomia do Brasil, e se o país hoje é um grande exportador de gêneros alimentícios - gêneros agrícolas - é por causa destes estudos que se iniciaram na Fazendinha.
A região do IAPI da Penha juntamente com a Praça Maurício Cardoso (em Olaria) é um oásis ambiental, pois são áreas verdes da cidade fornecedoras de oxigênio para todo o Estado..
A fauna da fazendinha também é bem diversificada, pois teve um dia que caiu um pica-pau martelo na casa de minha mãe, que fo devolvido à Fazendinha por meu pai depois de eu ter impedido o cachorro de o matar.
Esta parte da cidade é bem arborizada e existem árvores esporádicas em toda a Penha, como as Palmeras Imperiais dos arredores do antigo Curtume Carioca, mas no bairro, lá para os lados da rua Lobo Júnior, existem áreas sem verde nenhum, as que as árvores esporádicas existentes nas calçadas acabam dando um alívio; neste sentido penso que o IAPI da Penha todo juntamente com a Maurício Cardoso deveriam ser tombados como patrimônio ambiental da cidade...
Em julho haverá a Rio+20 na Zona Sul, e lá é fácil mostrar áreas verdes, mas a situação, no quesito oxigenação complica quando se vai para o subúrbio, que é uma área desprestigiada pelo poder público. Volta e meia tem políticos mandando colocar faixas dizendo que fez a poda das árvores ou coisa parecida, ítico lá é para isso!mas isso não é favor, afinal se colocamos o politico lá é pra isso!
Antigamente tudo era uma só fazenda, que fora doada por Sesmaria a se donatário. Na conjuntura moderna é que se dividiu a região em bairros... Todo fazia parte da mesma freguesia, que inclusive foi a segunda freguesia do Brasil - a freguesia de Irajá; a primeira foi a freguesia de São Cristovão, onde morada o imperador Dom Pedro II, e agora, por causa dessa política tacanha, desse movimento do Capital Financeiro Mundial a região é menosprezada... A Comissão do Rio+20 deveria ter uma posição sobre isso, até para se incenivar o reflorestamento das áreas verdes da região...
É por isso que afirmo:
Se a Amazônia é o Pulão do Mundo, não é ela sozinha, mas sim todas as áreas verdes da região...
Dennys Andrade
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Histórico do bairro da Penha (WIKPEDIA)
Penha é um bairro de classe média e classe média-baixa da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.
[editar]História
Vista do bairro da Penha e de Igreja de Nossa Senhora da Penha de França.
Faz limite com Olaria, Brás de Pina, Cordovil, Vila da Penha, Vila Kosmos,Engenho da Rainha, Complexo do Alemão e Complexo da Maré.
O bairro tem 80.000 habitantes e com referência central a Igreja da Penha no alto de uma pedra.
A Igreja da Penha é um santuário situado no cima de um outeiro de pedra, na estação do subúrbio da Estrada de Ferro Leopoldina ao qual empresta o nome, próxima da estrada que, partindo da Capital, vai dar em Petrópolis.
A construção do templo data de 1635, pelo capitão Baltasar de Abreu Cardoso, sanhor abastado, «homem dos principais da cidade», proprietário de uma grande quinta dentro da qual se achava o penhasco. Suas terras, segundo indica Vivaldo Coaracy em sua obra «O Rio de Janeiro no século 17», p. 84, lhe foram concedidas por sesmaria em 1613. Para Coaracy, «a devoção dos primitivos moradores do Rio de Janeiro multiplicava capelas e ermidas consagradas à Virgem Maria sob várias invocações, e aos santos de culto mais popular.
Avenida Braz de Pina vista a partir da Igreja da Penha.
A religião era, naqueles tempos rudes e de limitada cultura mental, o único veículo de expansão das atividades espirituais; as cerimônias do culto constituíam quase o unico elemento de distração para as asperezas da existência. Baltasar Cardoso decidiu erguer uma capela no alto do morro situado em suas terras e, neste ano de 1635, levou a efeito o seu propósito construindo ali um pequeno templo que foi a origem da Igreja de Nossa Senhora da Penha, que veio posteriormente a dar nome ao bairro.
Não muito longe, outra capela foi erguida mais ou menos pela mesma época: a de Santo Antonio de Lisboa no Engenho da Pedra; não é conhecida a data exata da sua fundação mas existe nos livros da freguesia da Candelária o registro de um batismo ali celebrado em1638.»
| Bairros cariocas |
A ocupação do bairro da Penha se deu em 1670, quando a Igreja da Penha foi ampliada e, cinco anos mais tarde, com a inauguração de sua longa escadaria - que dizem ter 365 degraus -, facilitou o acesso dosromeiros, que com devoção subiam, escalavrando joelhos, pagando promessas, resgatando pecados, salvando almas.
No final do Século XIX, a Estrada de Ferro do Norte chegou à Penha e, no início do Século XX, foi a vez dobonde elétrico. A oferta de transporte só fez aumentar ainda mais o número de romeiros na região.
Em 1920, do lado oposto da Igreja, foi implantado oCurtume Carioca, que com seu apito caracteristico,chamava à obrigação do trabalho, uma indústria de curtumes, peles e comércio de couros e similares, com construção em estilo Art nouveau. Marcando o caminho, da Estação Ferroviária até a sua porta, foram plantadas Palmeiras Imperiais.
Já enfrentando retração do mercado, pelo surgimento do produto sintético e em função da crise econômica vivida pelas indústrias nacionais, as atividades do Cortume foram encerradas em 1990. O epílogo da história do Cortume Carioca ocorreu em 1998, quando foi decretada a falência. Hoje o local se encontra em processo de demolição, e deve abrigar uma vila olímpica, que deve ajudar a lançar uma nova safra de craques do esporte, algo característico do bairro.
Do bairro surgiram os jogadores de futebol Gonçalves, o goleiro Julio Cesar, Athirson e Adriano.
No dia 22 de julho de 1919, o bairro da Penha foi emancipado da Freguesia de Irajá, a partir do Decreto nº 1376.
Reconhecido seu valor histórico e cultural para a Cidade, no mês de junho de 1990, a Igreja da Penha foi tombada mediante o Decreto Municipal nº 9413 de 1990.
O Hospital Estadual Getúlio Vargas, fundado em 3 de dezembro de 1938, e o Parque Ary Barroso se encontram em um terreno doado pela família do pioneiro Lobo Júnior, conhecido como Chácara das Palmeiras.
Nesse bairro, o espírito cultural ainda tenta sobreviver nos eventos como: A Festa da Penha (no início do século XX, o primeiro samba gravado "Pelo Telefone" de Donga foi lançado nesta festa), uma festa colorida, com suas barraquinhas; com música sempre alegre e que envolve os corpos na malemolência da dança a festa que ocorre todo final do ano sempre nos meses de Outubro e Novembro.
No campo Ordem e Progresso, na Vila Cruzeiro, funcionava o espaço Criança Esperança, que foi posteriormente substituído pelo projeto IBISS.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Fiz Sopinha de Versos de Jorge Amado, que vai ser o enredo da Imperatriz Leopoldinense!!!
"A negra sorriu:
- Tá vendo?
- Tou. A gente liberta o negro.
A negra ia apanhando o tabuleiro. Henrique ajudou-a a botar as latas vaziasem cima. Ela perguntou:
- Você sabe qual é a coisa mais melhor do mundo?
- Qual é, minha tia?
- Adivinhe.
- Mulher...
- Não.
- Cachaça...
- Não.
- Feijoada...
- Não sabe o que é? É cavalo. Se não fosse cavalo, branco montava em negro..."
_ Bota a gente pra pensar...
- Tá vendo?
- Tou. A gente liberta o negro.
A negra ia apanhando o tabuleiro. Henrique ajudou-a a botar as latas vazias
- Você sabe qual é a coisa mais melhor do mundo?
- Qual é, minha tia?
- Adivinhe.
- Mulher...
- Não.
- Cachaça...
- Não.
- Feijoada...
- Não sabe o que é? É cavalo. Se não fosse cavalo, branco montava em negro..."
(Jorge Amado)
_ Bota a gente pra pensar...
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Pedidos
E a Revolução dos Versos continua...
Atendendo a pedidos transcontinentais voltarei a distribuir as Sopinhas de Versos pelas ruas do Rio de Janeiro.
Atendendo a pedidos transcontinentais voltarei a distribuir as Sopinhas de Versos pelas ruas do Rio de Janeiro.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Alguém nos representa?
Representatividade...
Estamos vivendo uma Revolução, que está eclodindo agora com a valorização da Arte Poética em todo o Brasil!Os líderes desta revolução são os poetas e autores renomados, que através dos seus pensamentos orientam a geração atual para a construção do futuro no país e em todo o mundo. Isso se dá porque as mensagens, todas as mensagens da mídia têm o objetivo de estiimular o consumo e o cidadão querendo fugir disso se escora nos poetas e autores antigos para encontrar uma vertente alternativa a se seguir. Esse processo está se dando pela valorização do poeta na sociedade.
Essa valorização não foi uma coisa que surgiu agora e que é mais um fenômeno de mídia, mas sim "uma construção incansável e ininterrupta" que os poetas brasileiros veem travando, colocando tijolo por tijolo, misturando a areia do cimento numa velocidade semelhante à da lebre que perdeu a corrida para a tartaruga e que agora, no ano de 2012 ganhou uma repercussão tamanha, que em todos os programas de TV se citam poetas nacionais e internacionais, o que provoca, em escala muito ínfima ainda, uma reflexão...
E esse movimento não está se dando apenas no Brasil, mas sim em todo o mundo!
Amigo poeta, chegou a hora de ter voz... Isso é legal, mas também é perigoso, pois há que se pensar com o que se vai fazer com essa voz.
Sabe o tio Bem do Homem Aranha?
Piter parker sempre diz que ele dizia que:
"Um grande poder sempre vem com uma grande responsabilidade."
Pois é, deve se tomar cuidado com isso porque, sabe o Hitler? Então, ee se tornou Füher da Alemanha e, justificando-se pelo nacionalismo desencadeou a Segunda Guerra Mundial... Sabe esses grupos do Facebook contra a currupção e que mobilizam pessoas do país inteiro? (...) Já se discute a possibilidade de uma Guerra Civil neles. A Revolução Árabe foi iniciada pela internet, e é por isso que se tem que ter cuidado, pois existem vários e diversos políticos e candidatos que na verdade são proto-ditadores, que têm paviu curto e são intolerantes às opiniões alheias ás deles.
Há que se ter cuidado, pois ninguém quer uma ditadura do século XXI, que se camufla em uma Democracia Representativa.
A Ditadura Militar acabou em 1985, mas os políticos que estão no poder ainda são os mesmos que estiveram lá durante o período de repressão!
Esses políticos estão lá para nos representar, mas eu não me sinto representado por nenhum deles...
Estamos vivendo uma Revolução, que está eclodindo agora com a valorização da Arte Poética em todo o Brasil!Os líderes desta revolução são os poetas e autores renomados, que através dos seus pensamentos orientam a geração atual para a construção do futuro no país e em todo o mundo. Isso se dá porque as mensagens, todas as mensagens da mídia têm o objetivo de estiimular o consumo e o cidadão querendo fugir disso se escora nos poetas e autores antigos para encontrar uma vertente alternativa a se seguir. Esse processo está se dando pela valorização do poeta na sociedade.
Essa valorização não foi uma coisa que surgiu agora e que é mais um fenômeno de mídia, mas sim "uma construção incansável e ininterrupta" que os poetas brasileiros veem travando, colocando tijolo por tijolo, misturando a areia do cimento numa velocidade semelhante à da lebre que perdeu a corrida para a tartaruga e que agora, no ano de 2012 ganhou uma repercussão tamanha, que em todos os programas de TV se citam poetas nacionais e internacionais, o que provoca, em escala muito ínfima ainda, uma reflexão...
E esse movimento não está se dando apenas no Brasil, mas sim em todo o mundo!
Amigo poeta, chegou a hora de ter voz... Isso é legal, mas também é perigoso, pois há que se pensar com o que se vai fazer com essa voz.
Sabe o tio Bem do Homem Aranha?
Piter parker sempre diz que ele dizia que:
"Um grande poder sempre vem com uma grande responsabilidade."
Pois é, deve se tomar cuidado com isso porque, sabe o Hitler? Então, ee se tornou Füher da Alemanha e, justificando-se pelo nacionalismo desencadeou a Segunda Guerra Mundial... Sabe esses grupos do Facebook contra a currupção e que mobilizam pessoas do país inteiro? (...) Já se discute a possibilidade de uma Guerra Civil neles. A Revolução Árabe foi iniciada pela internet, e é por isso que se tem que ter cuidado, pois existem vários e diversos políticos e candidatos que na verdade são proto-ditadores, que têm paviu curto e são intolerantes às opiniões alheias ás deles.
Há que se ter cuidado, pois ninguém quer uma ditadura do século XXI, que se camufla em uma Democracia Representativa.
A Ditadura Militar acabou em 1985, mas os políticos que estão no poder ainda são os mesmos que estiveram lá durante o período de repressão!
Esses políticos estão lá para nos representar, mas eu não me sinto representado por nenhum deles...
domingo, 22 de janeiro de 2012
Homenagem à Alvaro Moreyra
Gostaria de fazer uma homenagem ao Alvaro Moreyra, poeta do início do século 20 que foi parceiro de João do Rio. Ele era jornalista também, assim como o João.
As editoras não produzem mais livros dele, e não se sabe o porquê disto.
Estes versos que faço a leitura são raridade; consegui um livro de poesias dele porque a neta dele, a Valéria Moreira me deu um livro de poesias dele. Ah, o Y no nome dele foi invenção do próprio poeta.
Alvaro Moreyra viveu no bairro da Penha, no subúrbio carioca e seus descendentes vivem na região até hoje. A biblioteca do bairro tem o seu nome, Biblioteca Municial Alvaro Moreyra, porém duvido que ele tenha algum livro de poesias dele.
As editoras não produzem mais livros dele, e não se sabe o porquê disto.
Estes versos que faço a leitura são raridade; consegui um livro de poesias dele porque a neta dele, a Valéria Moreira me deu um livro de poesias dele. Ah, o Y no nome dele foi invenção do próprio poeta.
Alvaro Moreyra viveu no bairro da Penha, no subúrbio carioca e seus descendentes vivem na região até hoje. A biblioteca do bairro tem o seu nome, Biblioteca Municial Alvaro Moreyra, porém duvido que ele tenha algum livro de poesias dele.
sábado, 21 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
A Praça, as praças, o Brasil e o Mundo
A praça da Figueira de manhã, (poesia, A Praça)
Quando o dia é de sol (como acontece
Sempre em Lisboa), nunca em mim esquece,
Embora seja uma memória vã.
Há tanta coisa mais interessante (Fernando Pessoa)
Que aquele lugar lógico e plebeu,
Mas amo aquilo, mesmo aqui ... Sei eu
Por que o amo? Não importa. Adiante ...
Isto de sensações só vale a pena
Se a gente se não põe a olhar para elas.
Nenhuma delas em mim serena...
De resto, nada em mim é certo e está
De acordo comigo próprio. As horas belas
São as dos outros ou as que não há.
[Álvaro de Campos, in "Poemas", heterônimo de Fernando Pessoa, poeta que iniciou o Modernismo no ano de 1915, em Portugal]
Quando o dia é de sol (como acontece
Sempre em Lisboa), nunca em mim esquece,
Embora seja uma memória vã.
Há tanta coisa mais interessante (Fernando Pessoa)
Que aquele lugar lógico e plebeu,
Mas amo aquilo, mesmo aqui ... Sei eu
Por que o amo? Não importa. Adiante ...
Isto de sensações só vale a pena
Se a gente se não põe a olhar para elas.
Nenhuma delas em mim serena...
De resto, nada em mim é certo e está
De acordo comigo próprio. As horas belas
São as dos outros ou as que não há.
[Álvaro de Campos, in "Poemas", heterônimo de Fernando Pessoa, poeta que iniciou o Modernismo no ano de 1915, em Portugal]
{As praças do mundo são a Praça de Lisboa!}
____________________________________________________________________________________A Praça Maurício Cardoso é a única área verde de Olaria (RJ), contendo mais de dez árvores em seu território. A praça fica na divisa com a Penha, onde fica a Fazendinha, que é uma área de preservação abiental que foi proclamada por Dom Pedro II e que abrigou os primeiros estudos do Brasil sobre Agronomia.
A área da Penha fazia parte da freguesia de Irajá, que foi a segunda freguesia do Brasil; a Primeira foi a freguesia de São Cristovam, onde residia o D. Pedro (Quinta da Boa Vista).
Se a Amazônia é o Pulmão do Mundo, tenha certeza, não é ela sozinha. Ela é auxiliada por todas as áreas verdes localizadas no Brasil, incluindo a Praça Maurício Cardoso, a fazendinha e todas as outras espelhadas pelo Brasil. E ainda querem construir a Usina de Belo Monte!!!
Em uma reunião do grupo formado se discutiu a revitalização da Serra da Misericórdia, que passa por vários bairros do subúrbio, imcluindo a Penha, que tem área comparável à Quinta da Boa Vista, onde poderia ser feita uma segunda Floresta da Tijuca, em comparação, acarretando o desenvolvimento da região que sofre com o açoreamento de seus rios e a degradação de suas matas.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
capital Finaceiro Mundial
A área da Leopoldina, na zona norte do Rio está ameaçada, pois apesar da vitória dos moradores da Praça Maurício Cardoso, que não está mais ameaçada de ser devastada por causa da construção da UPA, mas agora a UPA ameaça outra praça, a Praça Belmonte, também em Olaria. O grupo que se reuniu para proteger a maurício cardoso estuda a possibiliadade e continuar a ação de proteção ás praças, pois estas são espaços do povo e são protegidas pela lei orgãnica do Estado. Outro problema que ameaça a região também é a construção da Trancrioca, que visa a desapropriação de diversas casasno traçado original dela. Existe uma log de tinta que por causa deste traçado vai perder três metros da área da loja de tinta, o que o faz perder a loja, pois vai sair da metragem exigida pra tal loja. Existe uma alternativa proposta por moradores em que a Transcarioca, até manguinhos, passe pelos bairros da região -Bonsucesso, ramos e Penha - e continue por cim da Avenida Brasil, que não foi aceito pelas autoridades, pois com ele não há desapropriações,não havendo o giro do Capital Financeiro, por exemplo. A inenização de moradores que tiveram suas casas derrubadas e receberam indenização, atualmente estão morando em locais abaixo do estilo de vida que tinham antes, pois as indenizações são calculadas pelo preço venal do imóvel, e não pelo preço inicial. Os moradores destas áreas estão se mobilizando junto á subprefeitura para impedir, ou contornar, a construção desta.
O movimento contra a Transcarioca, a vitória da maurício cardoso, eas manifestações contrárias á construção na Praçabelmont são resultado dirato do Ocupy Wall Sttret, de Nova York, que é ummovimento comtra o capital Financeiro Mundial, e que também atua sobre o Brasil, pois ele atua em todas as partes do mundo.
www.sopinhadeversos.blogspot.com
O movimento contra a Transcarioca, a vitória da maurício cardoso, eas manifestações contrárias á construção na Praçabelmont são resultado dirato do Ocupy Wall Sttret, de Nova York, que é ummovimento comtra o capital Financeiro Mundial, e que também atua sobre o Brasil, pois ele atua em todas as partes do mundo.
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