"Palavra puxa palavra, uma idéia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução."(Machado de Assis) Acesse também www.noticiarte.com.br - estamos de volta!!!!
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sábado, 30 de abril de 2011
Um espaço um pouco mais crítico
No início dos anos 60 do século anterior a revolta dos guetos da cidade de Filadelfia, nos Estados Unidos, cujo prefeito declarara: "A partir de agora as fronteiras do Estado passam pelo interior das cidades", que foi uma frase destinada aos cidadãos discriminalizados do estado americano., que traduzia o reflexo ideológico do "Muro de Berlim" que havia sido construído na capital do Reich durante a vigência do nazismo na Alemanha. Desde o acontecimento, que ocorreu em 13 de agosto de 1961 - fase da Pré-Modernidade -, a afirmativa se confirmou em cidades como Belfast e Londonderry, que segundo o autor Paul Virilio "até bem pouco tempo algumas ruas contavam com uma faixa amarela separando o setor católico e o setor protestanteantes, antes que ambas as partes se mudassem para mais longe deixando um "no man's land" (terra de ninguém) dividir ainda mais nitidamente suas residências".
Ainda, segundo o autor, teve Beirute, em que haviam setores Leste e Oeste, fronteiras internas, com seus túneis e avenidas minadas. A frase em questão dita rebelara um efeito que atingia tanto as capitais do país, quanto o interior das cidades americanas da época, e que atualmente atinge todos os países do mundo, em que cidade e empresas sofriam e sofrem reflexos vindos da economia multinacional, o que nos remete à Globalização.
Nos anos de 1960 - anos de Pré-Modernidade - houve uma reorganização urbana mundial, o que contribuiu para o esvaziamento de cidades como Liverpool e Sheffield, na Grã-Betanha, que se transformaram em cidades dormitório, por serem próximas à outras cidades com centros urbanos vigorosos - como acontece com as cidade de Duque de Caxias e Xerem, em que muitas vezes, pessoas que residem nelas trabalham no Rio de Janeiro -, ou como em Detruitou Saint Louis, nos Estados Unidos etambém como em Dortmond, na Alemanha.
Foi a partir de 1970 , com o início da crise do petróleo, que a construção de aeroportos ganhou o "status" da luta contra a pirataria mundial, em que os projetos arquitetônicos "passaram a ser concebidos em função da contaminação terrorista" e também a organização dos espaços passou a conceber, por exemplo, zonas de chegada e de partida: sistemas de desvio de tráfego, em que a arquitetônica passou a refletir precaussões à segurança nacional, em que os aeroportos, na Modernidade, e já na fase Pré-Moderna também, tornaram-se Fortes, pois os portos ou as estações de trem do passado, eram tidos como os locais de trocas do passado - no Japão as precaussões na arquitetura são referentes aos terremotos, que se sucedem à todo momento no país.
Atualmente, segundo Paul Virilio, diversas áreas residenciais americanas têm o policiamento realizado através de circuito interno de televisão que são ligados à postos televisivos de monitoramento, que se transformaram no local de encontro da Modernidade e não mais nas estações de trem e as delegacias.
Na Modernidade a ruptura de continuidade não se dá mais nos limites do setor urbano, mas sim na "duração" dos eventos e acontecimentos sociais.
Virilio argumenta: "Duração esta que as tecnologias avançadas e a reorganização industrial não cessam de modificar através de uma série de interrupções e de oculttações sucessivas ou simultãneas que organizam e desorganizam o meio urbano".
A Revolução dos Versos é fruto dessa fragmentação da sociedade. Foi daí que surgiu as Sopinhas de Versos, que são trechos de poesia, e não poesias inteiras - e cansativas - que é o reflexo da dinamicidade social, do encurtamento da "duração" dos eventos e manifestações ocorridas na sociedade de massa, que é envolvida por vários segmentos de informação. Nesta sociedade cabe ao leitor-consumidor escolher e consumir o seu nicho de preferências...
Dennys Andrade
A efervescencia dos anos 60
Segundo o site (pt.shvoong.com/books) os anos 60, no Brasil, foram anos de rebeldia, mais do que o slogan "sexo, drogas e rock'n roll" revela, pois foram estes anos revolucionários, em que aconteceram: a revolução sexual - com a pílula anticoncepcional -, a intensificação da Guerra Fria, em que rivalizavam Estados Unidos e União Soviética, como a corrida armamentista, a chegada do homem à lua... Estes foram anos em que as mulheres queimaram situãs em praça pública, anos da contracultura manifesta, principalmente a cultura hippie.
No Brasil houve o Golpe de 64 pelos militares, que teve como momento culminante o AI5 de 1968, com a censsura e movimentação cultural da Jovem Guarda, dos festivais da MPB e o tropicalismo...
No Brasil houve o Golpe de 64 pelos militares, que teve como momento culminante o AI5 de 1968, com a censsura e movimentação cultural da Jovem Guarda, dos festivais da MPB e o tropicalismo...
Mosaico de Cultura Leopoldinense
Mosaico Cultural
O bairro da Penha é mosaico de cultura, seja na música, artes-plásticas, artes cênicas e poesia... Foi nele que a Revolução dos Versos começou, e é no bairro que está havendo, de maneira cada vez mais intensa, uma produção cultural que se extende para bairros vizinhos, como Ramos, Olaria, Bonsucesso e Villa da Penha.
Na Villa da Penha existe já um movimento cultural intenso, que é feito pelo Evando dos Santos, que é o dono da Biblioteca Comunitária Tobias Barreto, e isso é legal, muito legal, mas ele se resringe...
O Evando gosta de se manifestar apenas no bairro onde ele mora, então existe, meio que uma espécie de cerceamento da cultura manifesta, concentrada no bairro.
Como os bairros tem tendência ao isolamento na questão da cultura, as manifestações culturais de rua são realizadas somente nos limites bairristas cariocas. Um exemplo desse isolamento que existe foi quando, na segunda metade de 2006, que participei de um grupo que se organizou para realizar saraus itinerantes do na Penha, dei a sugestão de o grupo se aproximar das manifestações que estavam sendo realizadas na biblioteca comunitária da Villa da Penha e recebi como resposta de uma das organizadoras: "A biblioteca comunitária é uma coisa da Villa da Penha. Deixa ele lá com a biblioteca dele e vamos nos manifestar aqui", não exatamente com essas palavras, mas na síntese foi isso.
O grupo, idealizado pelo escritor Mário Xavier se chamava "Sarau Cultura e Poesia na Penha Acontece", que se formou apenas para organizar saraus de poesia, que no bairro, na época dessese encontros, não tinha nenhum. Como eu estava fazendo faculdade de Comunicação Social, da divulgação nas mídias, quem cuidava era eu, mas fazia a divulgação e dava o telefone da Biblioteca Popular Alvaro Moreyra, que é a biblioteca do bairro. Isso acabou gerando um certo desconforto, pois as pessoas ligavam e perguntavam por mim, e como eu não estava no local, falavam com a pessoa representante do grupo da biblioteca mesmo.
Isso gerou uma certa inveja do seu Mário Xavier, que além de escritor também era jornalista... As pessoas começaram a me rotular como "o inimigo do seu Mário".
Na época eu também tive a oportunidade de fazer um programa na rádio comunitária da Penha, a Rádio Rayzes FM, que eu precisava fazer um trabalho para a faculdade sobre uma ONG e fiz sobre a nstituição. Aproveitei para fazer a proposta de um programa de rádio voltado para a poesia - que não havia na época! Seis meses depois consegui o espaço na rádio. Como eu tenho um livro de poesia que se chama "Um Toque de Poesia", o nome do programa ficou sendo Toque de Poesia mesmo.
O programa teve uma vida breve, durando desde o início do mês de setembro de 2006 até dezembro do mesmo ano. Tinha um senhor, que particiava do sarau, o Paulo Roberto, que fazia o programa comigo, falando uma poesia dele no final... Acho que isso contibuiu para o desentendimento com o seu Mário, pois ele também havia sido locutor de rádio ...
O primeiro encontro deste grupo foi realizado, no mês de agosto, na Biblioteca Popular Alvaro Moreyra mesmo. O segundo foi realizado no Colégio São Fabiano, ocasião em que consegui levar o RJTV para fazer a cobertura do evento: no dia seguinte teve uma "nota pé" no jornal, com uma inserção rápida de imagem: o que não foi nada, mas que já foi alguma coisa!
No mês de outubro o sarauf oi feito no Colégia Nova Jerusalém, que ficava na rua do Couto, esquina com a Leopoldina Rego, e que até já trocou de nome. Neste evento, fui, falei minha poesia, mas percebi que a linguagem poética estava sendo deixada de lado. Minha esposa, namorada na época, viu um papel com todos os nomes das pessoas do bairro que iriam se apresentar no dia, logo depois de eu ter recitado minha poesia, e me perguntou: "Por que o seu nome não está ali?", respondi que não sabia e fui para casa.
No dia seguinte, cobrei explicações da Ana Cristina, diretora da Biblioteca Popular Alvaro Moreyra na época... Recebi como resposta a seguinte pérola: "Não tinha porque o seu nome estar naquele papel porque você é só um poeta" - saí do grupo!
Acho que em novembro teve outro sarau, na própria biblioteca, e no mês seguinte o sarau acabou. Fiquei sabendo tempos depois que o sarau teve fim porque o seu Mário Xavier havia morrido e este sarau ficaria como uma espécie de legado para ele no bairro.
O programa de rádio também acabou porque estava tomando muito o meu tempo e eu precisava terminar a faculdade, afinal, eu fazia-o como uma espécie de trabalho voluntário - não ganhava nada!
Bem, o programa Toque de Poesia, pesar de sua vida breve, pelo que eu pude perceber na época, foi o que inseriu um coditiano cultural no bairro da Penha - me orgulho muito de o ter realizado enquanto pude!
No ano seguinte o Miguel Gustavo, um dos vice-presidentes do Olaria Atlético Clube me convidou para organizar um sarau de poesia em uma padaria no bairro de Olaria... Disse a ele que tudo bem. O nome da padaria era Confeitaria Alhambra.
O sarau, em si, não tinha nome, então era chamado de "Sarau de Olaria" mesmo. Começou com três pessoas apenas, no dia 26 de maio de 2007. Ficou definido que toda última quarta-feira do mês ele seria feito lá.
Eu sempre chamava outros poetas, de outros saraus de poesia do Rio, utilizando a interne.. No segundo houveram cinco pessoas, e entre elas o Jonas, que sempre apresentava os eventos culturais do bairro...
No terceiro, os poetas que eu chamava pela internet, apareceram todos de uma vez! Na Confeitaria Alhambra, que fica em frente à Estação de Olaria se encontravam mais ou menos umas 20 pessoas.
No quarto, ainda na Confeitaria, como teve um assassinato na rua de trás do estabelecimento, acho que um ou dois dias antes da última quarta-feira do mês, houveram poucos participantes.
Quando o sarau passou para o clube do Olaria foi que ele morreu de vez, pois nos jogaram em um parquinho cheio de mosquito... Ainda teve dois encontros lá, mas que acabou morrendo também.
Bem, esse foi o início das manifestações culturais no bairro da Penha e da região da Leopoldina também, pois o sarau, neste período, passou de um bairro para outro. Não teve continuidade porque poesia, a linguagem poética em geral, é um hábito que precisa ser cultivado. É como ler jornal de manhã no café.
Como o Jonas participava desse saraus que eu organizava, em outubro de 2009 ele me chamou para fazer um sarau no Centro Cívico. Disse que tudo bem e que seria na semana seguinte... Na quinta-feira seguinte foi realizado o Sarau Leopoldinense, dia 29 de outubro, em que foi proclamada a Revolução dos Versos no bairro da Penha e que só veio a aflorar mesmo em dezembro de 2010, com as Sopinhas de Versos!!!
Dennys Andrade
O bairro da Penha é mosaico de cultura, seja na música, artes-plásticas, artes cênicas e poesia... Foi nele que a Revolução dos Versos começou, e é no bairro que está havendo, de maneira cada vez mais intensa, uma produção cultural que se extende para bairros vizinhos, como Ramos, Olaria, Bonsucesso e Villa da Penha.
Na Villa da Penha existe já um movimento cultural intenso, que é feito pelo Evando dos Santos, que é o dono da Biblioteca Comunitária Tobias Barreto, e isso é legal, muito legal, mas ele se resringe...
O Evando gosta de se manifestar apenas no bairro onde ele mora, então existe, meio que uma espécie de cerceamento da cultura manifesta, concentrada no bairro.
Como os bairros tem tendência ao isolamento na questão da cultura, as manifestações culturais de rua são realizadas somente nos limites bairristas cariocas. Um exemplo desse isolamento que existe foi quando, na segunda metade de 2006, que participei de um grupo que se organizou para realizar saraus itinerantes do na Penha, dei a sugestão de o grupo se aproximar das manifestações que estavam sendo realizadas na biblioteca comunitária da Villa da Penha e recebi como resposta de uma das organizadoras: "A biblioteca comunitária é uma coisa da Villa da Penha. Deixa ele lá com a biblioteca dele e vamos nos manifestar aqui", não exatamente com essas palavras, mas na síntese foi isso.
O grupo, idealizado pelo escritor Mário Xavier se chamava "Sarau Cultura e Poesia na Penha Acontece", que se formou apenas para organizar saraus de poesia, que no bairro, na época dessese encontros, não tinha nenhum. Como eu estava fazendo faculdade de Comunicação Social, da divulgação nas mídias, quem cuidava era eu, mas fazia a divulgação e dava o telefone da Biblioteca Popular Alvaro Moreyra, que é a biblioteca do bairro. Isso acabou gerando um certo desconforto, pois as pessoas ligavam e perguntavam por mim, e como eu não estava no local, falavam com a pessoa representante do grupo da biblioteca mesmo.
Isso gerou uma certa inveja do seu Mário Xavier, que além de escritor também era jornalista... As pessoas começaram a me rotular como "o inimigo do seu Mário".
Na época eu também tive a oportunidade de fazer um programa na rádio comunitária da Penha, a Rádio Rayzes FM, que eu precisava fazer um trabalho para a faculdade sobre uma ONG e fiz sobre a nstituição. Aproveitei para fazer a proposta de um programa de rádio voltado para a poesia - que não havia na época! Seis meses depois consegui o espaço na rádio. Como eu tenho um livro de poesia que se chama "Um Toque de Poesia", o nome do programa ficou sendo Toque de Poesia mesmo.
O programa teve uma vida breve, durando desde o início do mês de setembro de 2006 até dezembro do mesmo ano. Tinha um senhor, que particiava do sarau, o Paulo Roberto, que fazia o programa comigo, falando uma poesia dele no final... Acho que isso contibuiu para o desentendimento com o seu Mário, pois ele também havia sido locutor de rádio ...
O primeiro encontro deste grupo foi realizado, no mês de agosto, na Biblioteca Popular Alvaro Moreyra mesmo. O segundo foi realizado no Colégio São Fabiano, ocasião em que consegui levar o RJTV para fazer a cobertura do evento: no dia seguinte teve uma "nota pé" no jornal, com uma inserção rápida de imagem: o que não foi nada, mas que já foi alguma coisa!
No mês de outubro o sarauf oi feito no Colégia Nova Jerusalém, que ficava na rua do Couto, esquina com a Leopoldina Rego, e que até já trocou de nome. Neste evento, fui, falei minha poesia, mas percebi que a linguagem poética estava sendo deixada de lado. Minha esposa, namorada na época, viu um papel com todos os nomes das pessoas do bairro que iriam se apresentar no dia, logo depois de eu ter recitado minha poesia, e me perguntou: "Por que o seu nome não está ali?", respondi que não sabia e fui para casa.
No dia seguinte, cobrei explicações da Ana Cristina, diretora da Biblioteca Popular Alvaro Moreyra na época... Recebi como resposta a seguinte pérola: "Não tinha porque o seu nome estar naquele papel porque você é só um poeta" - saí do grupo!
Acho que em novembro teve outro sarau, na própria biblioteca, e no mês seguinte o sarau acabou. Fiquei sabendo tempos depois que o sarau teve fim porque o seu Mário Xavier havia morrido e este sarau ficaria como uma espécie de legado para ele no bairro.
O programa de rádio também acabou porque estava tomando muito o meu tempo e eu precisava terminar a faculdade, afinal, eu fazia-o como uma espécie de trabalho voluntário - não ganhava nada!
Bem, o programa Toque de Poesia, pesar de sua vida breve, pelo que eu pude perceber na época, foi o que inseriu um coditiano cultural no bairro da Penha - me orgulho muito de o ter realizado enquanto pude!
No ano seguinte o Miguel Gustavo, um dos vice-presidentes do Olaria Atlético Clube me convidou para organizar um sarau de poesia em uma padaria no bairro de Olaria... Disse a ele que tudo bem. O nome da padaria era Confeitaria Alhambra.
O sarau, em si, não tinha nome, então era chamado de "Sarau de Olaria" mesmo. Começou com três pessoas apenas, no dia 26 de maio de 2007. Ficou definido que toda última quarta-feira do mês ele seria feito lá.
Eu sempre chamava outros poetas, de outros saraus de poesia do Rio, utilizando a interne.. No segundo houveram cinco pessoas, e entre elas o Jonas, que sempre apresentava os eventos culturais do bairro...
No terceiro, os poetas que eu chamava pela internet, apareceram todos de uma vez! Na Confeitaria Alhambra, que fica em frente à Estação de Olaria se encontravam mais ou menos umas 20 pessoas.
No quarto, ainda na Confeitaria, como teve um assassinato na rua de trás do estabelecimento, acho que um ou dois dias antes da última quarta-feira do mês, houveram poucos participantes.
Quando o sarau passou para o clube do Olaria foi que ele morreu de vez, pois nos jogaram em um parquinho cheio de mosquito... Ainda teve dois encontros lá, mas que acabou morrendo também.
Bem, esse foi o início das manifestações culturais no bairro da Penha e da região da Leopoldina também, pois o sarau, neste período, passou de um bairro para outro. Não teve continuidade porque poesia, a linguagem poética em geral, é um hábito que precisa ser cultivado. É como ler jornal de manhã no café.
Como o Jonas participava desse saraus que eu organizava, em outubro de 2009 ele me chamou para fazer um sarau no Centro Cívico. Disse que tudo bem e que seria na semana seguinte... Na quinta-feira seguinte foi realizado o Sarau Leopoldinense, dia 29 de outubro, em que foi proclamada a Revolução dos Versos no bairro da Penha e que só veio a aflorar mesmo em dezembro de 2010, com as Sopinhas de Versos!!!
Dennys Andrade
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Reflexo da Modernidade
Novos reflexos...
Segundo o jornalista Nelson Motta - na Modernidade -, na era Lula o que houve foi uma reedição do sindicalismo, que Getúlio Vargas inaugurou com o PTB, em 1950, quando foi eleito pelo povo, levantando a bandeira do trabalhista. Antes, no período entre 1930 e 1945 - que alguns autores é tido como o fim da segunda fase do Modernismo de 1922 -, quando ele foi posto no comando da nação pelos militares que fizeram a Revolução de 30, retirando Washiton Luis da presidência.
Segundo o jornalista, os integrantes deste novo sindicalismo, no seculo 21, tinham como missão "lutar contra o patrão ganancioso, para melhorar direitos, salários e condições de trabalho da categoria", mas quais são os ensinamentos da cartilha sindical sobre administração bancária, créditos, spread, investimentos, juros, taxa, mercado e sobre a tecnologia? (...) Quais os ensinamentos do sindicalismo do século passado?
Bem, fica atestado que os fatos que inauguram a Modernidade na economia foram as crises financeiras enfrentadas neste início de século 21, com o Mercado inserido na globalização: bancos privados e bancos estatais têm de lutar para conquistar os memos clientes, que são os mesmos indivíduos atomizados que a sociedade de massa criou.
"O que é o roubo de um banco compadaro à fundação de um banco?", pergunta Bertold Brecht. Pergunta esta que era uma palavra de ordem da militância esquerdista brasileira dos anos 70, e que segundo Motta, ainda é. Neste início de segundo decênio do século 21 houve a ajuda financeira do governo para impedir que o banco de Silvio Santos, o Panamericano, , entrasse em processo de falência.
Estes são alguns reflexos da Modernidade - a fase literária que estamos atravessando atualmente - que na Revolução dos Versos, com a fragmentação ocorrida nas bases da sociedade, com a aceleração dos processos de construção e desconstrução da relidade, que são processos dinamicamente ocorridos, que, como diria Marx: "Tudo o que é sólido desmancha no ar". O marxismo foi a ideologia dominante dos anos 80 e 90, os anos do que se pode chamar de Pré-Modernidade.
Para Nelson Motta; "esse bancários que viraram banqueiros de araque, com capital alheio, simbolizam uma das mais nocivas distorções da era Lula", que o governo sucessor de Dilma Rousseff, que é do mesmo partido e tem a mesma ideologia, tem de começar a desmontar, dando o início do fim da ideologia petista.
Segundo os músicos Dado Villa-Lobos, Dudu Falção e Leoni, que estão engajados na ampliação da proteção dos direitos autorais no país e contra a pirataria "é óbvio que quem não quer fiscalização tem que ser fiscalizado", que é uma frase de alerta para poetas e artistas em geral, pois é preciso estar sempre atento ao que é veiculado na mídia, e também influenciar sobre ela, concordando ou discordando do tipo de manifestação artística cosntruída pela mídia, através da internet. E para citar mais uma vez os três artistas descritos, que assinaram juntos um artigo em proclamavam: "Que a arte nos ilumine e nos faça ir adiante n discussão".
Voltando-se agora na direção de manifestações não midiáticas, mas tão artísticas quanto, que são as ediçoes de livros e o interesse por elas no pais, posso dizer que no mercado brasileiro, segundo a revista Veja, do dia 8 de abril de 2010, em que o interesse do leitor por história, particularmente é pela história do Brasil. O veículo "propõem uma visão panorâmica da gênese nacional". citando o autor Leandro Narloch, em que em sua obra demonstra alguns dos lugares-comuns brasileiros, como a visão romantica que diz que os índios, por exemplo, viviam em um Éden pacifista antes da chegada do portugueses.
Segundo Jerônimo Teixeira, o autor Eduardo Bueno foi um dos primeiros desse tipo de literatura, com a série Terra Brasillis, que faz uma revisão dos primórdios da colonização nacional. Esta série de livros foi iniciada em 1998 com a obra "A Viagem do descobrimento".
O autor relata "sempre fui apaixonado por esse período, do qual tenho uma visão conscientemente romantica. E achava que essa história não poderia ficar aprisionada dentro da sala de aula".
Bueno afirma que não tem uma "lembrança agradável do que ouvia nos bancos escolares", pois não haviam pessoas de carne e osso na literatura didática.
Segundo Teixeira "um esforço comum das obras de divulgação histórica é dar contornos palpáveis à vida do passado - no que se beneficiam das pesquisas acadêmicas das vida privada e da chamada "micro-história".
Para o autor, além dessa atenção com o homem comum, há também uma nova consideração pelos figurões, e é por isso que a biografia se tornou um gênero forte neste início de século 21.
Segundo o artigo "Um passado bem presente", a atualidade é regenerada pelo interesse do grande público, pois o papel do indivíduo "vinha sendo menospresado pela história, mais à esquerda: "O engessamento provocado pelo marxismo dentro da universidade ocultou um dos gêneros mais apaixonantes da história", diz Mary del Priori, que juntamente com Renato Venancio descreveram as "presumíveis agruras dos marujos que viajaram nas caravelas com que Pedro Álvares Cabral, que aportou na Bahia, em 1500.
Sgundo Mary a obra "Breve História" surgiu da ansiedade dos ouvintes de suas palestras corporativas, que diz ainda acreditar que "a história pode até ajudar no crescimento profissional". Afirma também que essa corrente de pensamento, por si só, seria reputada por correntes de esquerda, pois o estudo da Hisatória deveria servir apenas à uma revolução e não ao sucesso no emprego - o que já é uma mudnça de paradígma.
Duda Teixeira afirma ainda em sua matéria que os best-sellers de história, no século 21, tem a função de "sanar as deficiências da escola, corrigindo distorções, às vezes até caricaturalmente ideológicas que existem em alguns livros livros didáticos. O jornalista afirma que "o mundo que está ao redor não parece resultado dessa história que ensinam"... É, afinal: "Tudo o que é sólido desmancha no ar", e o mundo hoje é o produto de ações feitas no passado, é o resultado da Revolução dos Versos, que foi se construindo nos anos 80 e 90 e que agora, no século 21, está vigente!
Dennys Andrade
Segundo o jornalista Nelson Motta - na Modernidade -, na era Lula o que houve foi uma reedição do sindicalismo, que Getúlio Vargas inaugurou com o PTB, em 1950, quando foi eleito pelo povo, levantando a bandeira do trabalhista. Antes, no período entre 1930 e 1945 - que alguns autores é tido como o fim da segunda fase do Modernismo de 1922 -, quando ele foi posto no comando da nação pelos militares que fizeram a Revolução de 30, retirando Washiton Luis da presidência.
Segundo o jornalista, os integrantes deste novo sindicalismo, no seculo 21, tinham como missão "lutar contra o patrão ganancioso, para melhorar direitos, salários e condições de trabalho da categoria", mas quais são os ensinamentos da cartilha sindical sobre administração bancária, créditos, spread, investimentos, juros, taxa, mercado e sobre a tecnologia? (...) Quais os ensinamentos do sindicalismo do século passado?
Bem, fica atestado que os fatos que inauguram a Modernidade na economia foram as crises financeiras enfrentadas neste início de século 21, com o Mercado inserido na globalização: bancos privados e bancos estatais têm de lutar para conquistar os memos clientes, que são os mesmos indivíduos atomizados que a sociedade de massa criou.
"O que é o roubo de um banco compadaro à fundação de um banco?", pergunta Bertold Brecht. Pergunta esta que era uma palavra de ordem da militância esquerdista brasileira dos anos 70, e que segundo Motta, ainda é. Neste início de segundo decênio do século 21 houve a ajuda financeira do governo para impedir que o banco de Silvio Santos, o Panamericano, , entrasse em processo de falência.
Estes são alguns reflexos da Modernidade - a fase literária que estamos atravessando atualmente - que na Revolução dos Versos, com a fragmentação ocorrida nas bases da sociedade, com a aceleração dos processos de construção e desconstrução da relidade, que são processos dinamicamente ocorridos, que, como diria Marx: "Tudo o que é sólido desmancha no ar". O marxismo foi a ideologia dominante dos anos 80 e 90, os anos do que se pode chamar de Pré-Modernidade.
Para Nelson Motta; "esse bancários que viraram banqueiros de araque, com capital alheio, simbolizam uma das mais nocivas distorções da era Lula", que o governo sucessor de Dilma Rousseff, que é do mesmo partido e tem a mesma ideologia, tem de começar a desmontar, dando o início do fim da ideologia petista.
Segundo os músicos Dado Villa-Lobos, Dudu Falção e Leoni, que estão engajados na ampliação da proteção dos direitos autorais no país e contra a pirataria "é óbvio que quem não quer fiscalização tem que ser fiscalizado", que é uma frase de alerta para poetas e artistas em geral, pois é preciso estar sempre atento ao que é veiculado na mídia, e também influenciar sobre ela, concordando ou discordando do tipo de manifestação artística cosntruída pela mídia, através da internet. E para citar mais uma vez os três artistas descritos, que assinaram juntos um artigo em proclamavam: "Que a arte nos ilumine e nos faça ir adiante n discussão".
Voltando-se agora na direção de manifestações não midiáticas, mas tão artísticas quanto, que são as ediçoes de livros e o interesse por elas no pais, posso dizer que no mercado brasileiro, segundo a revista Veja, do dia 8 de abril de 2010, em que o interesse do leitor por história, particularmente é pela história do Brasil. O veículo "propõem uma visão panorâmica da gênese nacional". citando o autor Leandro Narloch, em que em sua obra demonstra alguns dos lugares-comuns brasileiros, como a visão romantica que diz que os índios, por exemplo, viviam em um Éden pacifista antes da chegada do portugueses.
Segundo Jerônimo Teixeira, o autor Eduardo Bueno foi um dos primeiros desse tipo de literatura, com a série Terra Brasillis, que faz uma revisão dos primórdios da colonização nacional. Esta série de livros foi iniciada em 1998 com a obra "A Viagem do descobrimento".
O autor relata "sempre fui apaixonado por esse período, do qual tenho uma visão conscientemente romantica. E achava que essa história não poderia ficar aprisionada dentro da sala de aula".
Bueno afirma que não tem uma "lembrança agradável do que ouvia nos bancos escolares", pois não haviam pessoas de carne e osso na literatura didática.
Segundo Teixeira "um esforço comum das obras de divulgação histórica é dar contornos palpáveis à vida do passado - no que se beneficiam das pesquisas acadêmicas das vida privada e da chamada "micro-história".
Para o autor, além dessa atenção com o homem comum, há também uma nova consideração pelos figurões, e é por isso que a biografia se tornou um gênero forte neste início de século 21.
Segundo o artigo "Um passado bem presente", a atualidade é regenerada pelo interesse do grande público, pois o papel do indivíduo "vinha sendo menospresado pela história, mais à esquerda: "O engessamento provocado pelo marxismo dentro da universidade ocultou um dos gêneros mais apaixonantes da história", diz Mary del Priori, que juntamente com Renato Venancio descreveram as "presumíveis agruras dos marujos que viajaram nas caravelas com que Pedro Álvares Cabral, que aportou na Bahia, em 1500.
Sgundo Mary a obra "Breve História" surgiu da ansiedade dos ouvintes de suas palestras corporativas, que diz ainda acreditar que "a história pode até ajudar no crescimento profissional". Afirma também que essa corrente de pensamento, por si só, seria reputada por correntes de esquerda, pois o estudo da Hisatória deveria servir apenas à uma revolução e não ao sucesso no emprego - o que já é uma mudnça de paradígma.
Duda Teixeira afirma ainda em sua matéria que os best-sellers de história, no século 21, tem a função de "sanar as deficiências da escola, corrigindo distorções, às vezes até caricaturalmente ideológicas que existem em alguns livros livros didáticos. O jornalista afirma que "o mundo que está ao redor não parece resultado dessa história que ensinam"... É, afinal: "Tudo o que é sólido desmancha no ar", e o mundo hoje é o produto de ações feitas no passado, é o resultado da Revolução dos Versos, que foi se construindo nos anos 80 e 90 e que agora, no século 21, está vigente!
Dennys Andrade
Poema de José de Alencar
Há tempo para cada coisa.
Tempo de viver,
Tempo de morrer.
Tempo de iniciar,
Tempo de terminar.
A vida é assim.
(José de Alencar, ex-vice-presidente da república do Brasil)
Tempo de viver,
Tempo de morrer.
Tempo de iniciar,
Tempo de terminar.
A vida é assim.
(José de Alencar, ex-vice-presidente da república do Brasil)
Madrigais e música
A crítica de Luiz Fernando Vianna à música carioca, vai de encontro ao ideal da Revolução dos Versos, que enxerga como POESIA tadas as manifestações culturais existentes no cenário nacional.
Para se ocasionar uma ruptura no cenário artistico é importante que haja uma crítica, como aconteceu na Semana de Arte Moderna de 22, que o jornalista Monteiro Lobato criticou a manifestação paulista acontecida no Teatro Municipal da cidade.
Bem, no Rio a crítica veio dias antes de acontecer um novo encontro poético no Centro da cidade - o Sarau da Carioca do dia 6 de maio -, que é um movimento que já está dando o que falar, enfim, porque, sempre é assim e sempre foi assim...
Aconteceu a mesma coisa com o compositor Cláudio Monteverdi, no ano e 1605, na Itália... Foi ele que rompeu com o renascimento, inaugurando o Barroco. O poeta foi o responsável por dar a "liberdade absoluta" ao madrigal italiano, com a obra "Quinto Livro de Madrigais", com o qual entrou em polêmica com o crítico musical Giovanni Maria Artusi, que era defensor do contraponto polifônico musical: coisa que Monteverdi conhecia bem, mas queria fazer diferente!
Segundo Monteverdi, o artista - poeta - deveria criar as suas próprias regras na tentativa de se chegar ao efeito desejado. No caso, para "projetar um texto que impactasse o ouvinte".
Mais tarde, o próprio crítico Artusi, que criticara a mudança ocorrida - o rompimento ocorrido de uma fase musical para a outra - aderiu ao movimento e percebeu que a ideia de que a música tinha leis invioláveis não servia mais, tornando-se admirador do compositor.
Foi ele, Monteverdi, que alcançou o ideal do grupo Camerata... O primeiro drama musical que fez foi Orfeo (1607), o que ocasionou uma revolução na arte musical da época, pois conseguiu ampliar a capacidade vocal dos cantores, colocando cerca de 40 músicos em cena, que em certos momentos, eram utilizados apenas partes instrumentais. Cláudio Monteverdi compunha óperas e madrigais, reunindo em suas obras a paixão e a devoção religiosa.
Dennys Andrade
Para se ocasionar uma ruptura no cenário artistico é importante que haja uma crítica, como aconteceu na Semana de Arte Moderna de 22, que o jornalista Monteiro Lobato criticou a manifestação paulista acontecida no Teatro Municipal da cidade.
Bem, no Rio a crítica veio dias antes de acontecer um novo encontro poético no Centro da cidade - o Sarau da Carioca do dia 6 de maio -, que é um movimento que já está dando o que falar, enfim, porque, sempre é assim e sempre foi assim...
Aconteceu a mesma coisa com o compositor Cláudio Monteverdi, no ano e 1605, na Itália... Foi ele que rompeu com o renascimento, inaugurando o Barroco. O poeta foi o responsável por dar a "liberdade absoluta" ao madrigal italiano, com a obra "Quinto Livro de Madrigais", com o qual entrou em polêmica com o crítico musical Giovanni Maria Artusi, que era defensor do contraponto polifônico musical: coisa que Monteverdi conhecia bem, mas queria fazer diferente!
Segundo Monteverdi, o artista - poeta - deveria criar as suas próprias regras na tentativa de se chegar ao efeito desejado. No caso, para "projetar um texto que impactasse o ouvinte".
Mais tarde, o próprio crítico Artusi, que criticara a mudança ocorrida - o rompimento ocorrido de uma fase musical para a outra - aderiu ao movimento e percebeu que a ideia de que a música tinha leis invioláveis não servia mais, tornando-se admirador do compositor.
Foi ele, Monteverdi, que alcançou o ideal do grupo Camerata... O primeiro drama musical que fez foi Orfeo (1607), o que ocasionou uma revolução na arte musical da época, pois conseguiu ampliar a capacidade vocal dos cantores, colocando cerca de 40 músicos em cena, que em certos momentos, eram utilizados apenas partes instrumentais. Cláudio Monteverdi compunha óperas e madrigais, reunindo em suas obras a paixão e a devoção religiosa.
Dennys Andrade
Homenagem à Monteiro Lobato
Este é um artigo que o Francisco Olivá, um dos livreiros do Largo da Carioca, que é integrante da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC) escreveu, e que foi lido no segundo sarau realizado no dia 18 de abril, no Largo da Carioca, à pedido dos livreiros:
"Hoje, dia 18, se vivo Monteiro Lobato, se vivo Monteiro Lobato estaria completando 129 anos, nenhum escritor brasileiro sofreu tantas injustiças como M. Lobato: foi peso por querer dar petróleo ao Brasil, seus livros foram proibidos de circular, taxado de despnesto 'no jornal O Globo nos idos 30.Até em Portugal seus livros foram proibidos de circular...
No momento atual um grupo de pseudos intelectuais sem conhecer todo o conjunto de suas obras, taxando de racista, puro oportunismo, estes desconhecem o que o primeiro livro que Lobato escreveu foi para dar nome e identdade ao personagem negro mais importante do Folclore Brasileiro, que é o Saci.
Antes de Lobato cada estado tinha um Saci diferente. Lobato fez uma longa enquete com todo o Brasil, onde resultou no nosso saci de hoje.
Esses pseudos intelectuais desconhecem a biografia de Lobato, pois na sua biografia, eu contei quatro vezes que ee chora de emoção, todos por gente negra.
Pinçaram ditos e frases para detonarem Lobato. Até eu se pinçasse frases da Bíblia faria um livro faria um livro proibido para crianças. Se eu pinçasse frases do Dom Quixote de la Mancha taxaria Cervantes como um psicopata, enfim, ninguém pode analisar alguém por frases soltas, sem analisar toda a sua obra...
Para finalizar, foi Monteiro Lobato o primeiro brasileiro de nome que teve a coragem de escrever no livro "Escândal do Petróleo e do Ferro" que Pinto Martins foi assassinado por querer dar petróleo ao Brasil. Diz ainda o autor que Martins é o segundo mártir do Petróleo Brasileiro. Viva!"
Um adentro meu:
É por isso que se diz que quem foi o primeiro a descobrir petróleo no Brasil foi Monteiro Lobato, que achou petróleo atrás do Sítio do Piacapau Amarelo!
Na verdade ele foi o primeiro a dizer isso publicamente, nos seus livros, pois o alto escalão ´político brasileiro, do início do século 20, foi proibido de comentar este fato, por que iria aumentar o preço do petróleo. Os Estados Unidos eniou uma comssão para analisar se o país tinha realmente o bem mineral e qual a qualidade dele.. Constatou-se que o Brasil não só tinha o bem natural, mas que esse era de alto valor, então, por razões econômicas, claro, os EUA vetaram o petróleo do Brasil, que é vetado em vários outros bens naturais, como as 'areias monazídicas', da qual o país tem em abndãncia, de onde é possível se fazer chegar ao composto químico da "Bomba Atômica" de maneira mais rápida e barata, segundo o militar Renato Archer, do que o processo que os Estados Unidos utilizam, por exemplo. É por isso talvez que volta e meia haja um portaviões de tropas americanas parado, ao fundo da práia de Copacabana... Quando há algum resquício de movimentação militar na Venezuela ou a Bolívia, por exemplo, é lá, na práia de Copacabana, que tropas americanas aportam - a práia de Copacabana fica muito distante das fronteiras dos países sul-americanos citados.
Razões políticas e econômicas... É isso que move o monto!!!
Dennys Andrade
"Hoje, dia 18, se vivo Monteiro Lobato, se vivo Monteiro Lobato estaria completando 129 anos, nenhum escritor brasileiro sofreu tantas injustiças como M. Lobato: foi peso por querer dar petróleo ao Brasil, seus livros foram proibidos de circular, taxado de despnesto 'no jornal O Globo nos idos 30.Até em Portugal seus livros foram proibidos de circular...
No momento atual um grupo de pseudos intelectuais sem conhecer todo o conjunto de suas obras, taxando de racista, puro oportunismo, estes desconhecem o que o primeiro livro que Lobato escreveu foi para dar nome e identdade ao personagem negro mais importante do Folclore Brasileiro, que é o Saci.
Antes de Lobato cada estado tinha um Saci diferente. Lobato fez uma longa enquete com todo o Brasil, onde resultou no nosso saci de hoje.
Esses pseudos intelectuais desconhecem a biografia de Lobato, pois na sua biografia, eu contei quatro vezes que ee chora de emoção, todos por gente negra.
Pinçaram ditos e frases para detonarem Lobato. Até eu se pinçasse frases da Bíblia faria um livro faria um livro proibido para crianças. Se eu pinçasse frases do Dom Quixote de la Mancha taxaria Cervantes como um psicopata, enfim, ninguém pode analisar alguém por frases soltas, sem analisar toda a sua obra...
Para finalizar, foi Monteiro Lobato o primeiro brasileiro de nome que teve a coragem de escrever no livro "Escândal do Petróleo e do Ferro" que Pinto Martins foi assassinado por querer dar petróleo ao Brasil. Diz ainda o autor que Martins é o segundo mártir do Petróleo Brasileiro. Viva!"
Um adentro meu:
É por isso que se diz que quem foi o primeiro a descobrir petróleo no Brasil foi Monteiro Lobato, que achou petróleo atrás do Sítio do Piacapau Amarelo!
Na verdade ele foi o primeiro a dizer isso publicamente, nos seus livros, pois o alto escalão ´político brasileiro, do início do século 20, foi proibido de comentar este fato, por que iria aumentar o preço do petróleo. Os Estados Unidos eniou uma comssão para analisar se o país tinha realmente o bem mineral e qual a qualidade dele.. Constatou-se que o Brasil não só tinha o bem natural, mas que esse era de alto valor, então, por razões econômicas, claro, os EUA vetaram o petróleo do Brasil, que é vetado em vários outros bens naturais, como as 'areias monazídicas', da qual o país tem em abndãncia, de onde é possível se fazer chegar ao composto químico da "Bomba Atômica" de maneira mais rápida e barata, segundo o militar Renato Archer, do que o processo que os Estados Unidos utilizam, por exemplo. É por isso talvez que volta e meia haja um portaviões de tropas americanas parado, ao fundo da práia de Copacabana... Quando há algum resquício de movimentação militar na Venezuela ou a Bolívia, por exemplo, é lá, na práia de Copacabana, que tropas americanas aportam - a práia de Copacabana fica muito distante das fronteiras dos países sul-americanos citados.
Razões políticas e econômicas... É isso que move o monto!!!
Dennys Andrade
quinta-feira, 28 de abril de 2011
A crítica do Vianna
Hoje ao ler a matéria de capa do Segundo Caderno do Globo, não me contive e me indignei!
Segundo a matéria do jornalista Luiz Fernando Vianna, página 2 do caderno, ele diz que: "A falta de uma reflexão crítica no Rio pode ter um fundamento econômico"...
Pois é no Rio existe sim uma reflexão - reflexão crítica! - com relação às artes, o que inclui a reflexão musical também... Mas essa reflexão musical, que é pautada na economia de uma sociedade de mercado - em que vivemos - também é pautada por uma reflexão ideológica, que anda enfraquecida, mas que existe!
Segundo Marcelo Calado, bateirista de Caetano Veloso, o Rio de Janeiro tem artistas tão bons quanto os de São Paulo, a diferença é que lá estes artistas se organizam melhor! Ele afirma ainda que "o público aqui só se interessa por quem está estourando", e como ele mesmo diz: "Nós, músicos, somos um pouco da turma do chileno", pois afirma não terem eles um pensador, como o Romulo Fróes, em São Paulo.
De acordo com o pensamento de Mariano Marovato, doutorando da Pontifícia Universidade Católica (PUC), na música carioca falta de tudo, e talvez até, como relata, "argumentação crítica devido ao comodismo", pois a música em processo acabou porque as pessoas só vão aonde todo mundo vai... na verdade, segundo a matéria "Quem pensa esta cena?", a atitude de coesão (paulista) é maior do que os da Música Popular Carioca (MBC), que a mídia tentou rotular como Farofa Carioca.
No Rio de Janeiro, não só na música, mas também nas artes plásticas, artes cênicas, poéticas e todas as outras também se encontra, meio que bagunçadas, o que segundo a Teoria do Caus, no meio desta bagunça é possível se encontrar uma ordem.
E quem vai dar esta ordem, este ordenamento social é a poesia!
Isso aconteceu, segundo Luiz Vianna, porque "às velocidades das comunicações jogou por terra qualquer possibilidade de movimento"", mas a crítica e a teoria, no Rio, estão ativas. Enfraquecidas sim, mas ativas!
Infelismente com a poesia aconteceu a mesma coisa; só que nós, poetas, nos movimentamos de maneira independente das manobras do Mercado, que na realidade nunca nos prestigiou, por achar que: "Poesia não tem valor de mercado."
Todos os poetas, não só os dos Rio onde a efervescência é muito grande, em todas as planícies, estados e regiões do Brasil!!!
_ O artigo de Vianna, na verdade, fala da arte musical, mas as relações da música e da poesia são tão estreitas, que não deu para ficar calado... Na verdade, penso que poesia na atualidade engloba todas as manifestações artísticas, porém, cada uma delas se utiliza de artimanhas diferentes para conquistar o seu público.
Segundo a matéria do jornalista Luiz Fernando Vianna, página 2 do caderno, ele diz que: "A falta de uma reflexão crítica no Rio pode ter um fundamento econômico"...
Pois é no Rio existe sim uma reflexão - reflexão crítica! - com relação às artes, o que inclui a reflexão musical também... Mas essa reflexão musical, que é pautada na economia de uma sociedade de mercado - em que vivemos - também é pautada por uma reflexão ideológica, que anda enfraquecida, mas que existe!
Segundo Marcelo Calado, bateirista de Caetano Veloso, o Rio de Janeiro tem artistas tão bons quanto os de São Paulo, a diferença é que lá estes artistas se organizam melhor! Ele afirma ainda que "o público aqui só se interessa por quem está estourando", e como ele mesmo diz: "Nós, músicos, somos um pouco da turma do chileno", pois afirma não terem eles um pensador, como o Romulo Fróes, em São Paulo.
De acordo com o pensamento de Mariano Marovato, doutorando da Pontifícia Universidade Católica (PUC), na música carioca falta de tudo, e talvez até, como relata, "argumentação crítica devido ao comodismo", pois a música em processo acabou porque as pessoas só vão aonde todo mundo vai... na verdade, segundo a matéria "Quem pensa esta cena?", a atitude de coesão (paulista) é maior do que os da Música Popular Carioca (MBC), que a mídia tentou rotular como Farofa Carioca.
No Rio de Janeiro, não só na música, mas também nas artes plásticas, artes cênicas, poéticas e todas as outras também se encontra, meio que bagunçadas, o que segundo a Teoria do Caus, no meio desta bagunça é possível se encontrar uma ordem.
E quem vai dar esta ordem, este ordenamento social é a poesia!
Isso aconteceu, segundo Luiz Vianna, porque "às velocidades das comunicações jogou por terra qualquer possibilidade de movimento"", mas a crítica e a teoria, no Rio, estão ativas. Enfraquecidas sim, mas ativas!
Infelismente com a poesia aconteceu a mesma coisa; só que nós, poetas, nos movimentamos de maneira independente das manobras do Mercado, que na realidade nunca nos prestigiou, por achar que: "Poesia não tem valor de mercado."
Todos os poetas, não só os dos Rio onde a efervescência é muito grande, em todas as planícies, estados e regiões do Brasil!!!
_ O artigo de Vianna, na verdade, fala da arte musical, mas as relações da música e da poesia são tão estreitas, que não deu para ficar calado... Na verdade, penso que poesia na atualidade engloba todas as manifestações artísticas, porém, cada uma delas se utiliza de artimanhas diferentes para conquistar o seu público.
Pensamentos sobre a Modernidade...
O Sarau da Carioca, cujo o próximo será realizado no próximo dia 6 de maio, na verdade, é um movimento literário que estou tentando fazer no Rio de Janeiro e que, ao que me parece, está crescendo cada vez mais... No prefácio do livro Esses Poetas, de 1998, por exemplo, Heloisa Buarque descreve:
"Sem entrar em critérios de qualidade ou densidade literária, não há como negar a evidência de que o emergente mercado de poesia falada atene a democratizar o consumo da poesia e abrir enormes possibilidades para a redistribuição da fala do poeta num espaço público mais amplo. A poesia escrita começa a tender na direção de uma culturalização, ou seja, uma inédita amlação de seu ´ráio de consumo através da abertura de espaços culturais não-formais e da emergência de novos hábitos sociais e comportamentais."
Bem, isso foi escrito em 1998, que segundo o meu pensamento, foi uma preparação, uma espécie de vanguarda para a poesia nascente no século 21 no Brasil...
Na verdade penso que o Rock in Rio, de 1981 inaugurou uma espécie de vanguarda para a poesia do século 21. Na fase literária anterior, de lutava contra a ditadura, o objetivo era ultrapassar a repressão; a partir de 1981, com a explosão da bomba do Riocentro, que foi um show organizado por empresários de tendência esquerdista, foi inaugurada uma nova vanguarda, que chegou ao seu ápice agora, em 2011, com o atentado de Realengo, no Rio de Janeiro, e mais uma vez, a realização do Rock in Rio...
A geração 90, que descrita no livro Esse Poetas, fez parte da Pré-Modernidade, que foi inaugurada com a bomba do Rock in Rio e que, durante a vigência desta fase houve as Diretas Já e a abertura política no Brasil.
Em 2001, com a queda da Torres Gêmeas do Word Traid Center, nos Estados Unidos, época em que houve, mais uma vez, o Rock in Rio, foi inaugurada outra fase, a Modernidade, que, permeada pela internet, começou no Brasil iniciou-se nos anos 90, e que acarretou tudo o que há na sociedade atual.
Como se percebe, sempre há um fato histórico que causa da ruptura de uma fase para outra... No que penso, a geração que permeia o século 21 foi se preparando, aos poucos, nos anos 90, assim como aconteceu nos anos anteriores à Semana de Arte Moderna em São Paulo, no ano de 1922, que é conhecida como a fase Pré-Modernista. Nesse viés de pensamento s anos 80 e 90 do século 20 foram a fase Pré-Modernidade!
A variedade de saraus que são realizados no Rio de janeiro e em todo o Brasil à fora, comprova esta minha tese!
Em fim, estas são percepções minhas e que penso serem verdadeiras.
Penso que nós já estamos vivenciando uma nova fase literária desde a virada do século, que, utilizando a minha licença poética, designo como Modernidade: a vanguarda desta fase, na minha opinião, se esendeu de 1981 até o ano 2000, com o Bug do Milênio.
Na fase anterior, de luta contra a ditadura, houveram canções que desmascaravam a repressão, como a canção de Chico Buarque: "Pai, afasta de mim esse cálice. Afasta de mim esse cálice. Afasta de mim esse cálice! Cálice! Cálice!"
_ Bem vindo á Modernidade!!!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
As privatizações de FHC...
Durante o governo Lula (200`2 à 2010) as concessões de aeroportos foram sistematicamente proteladas, pois o presidente foi eleito criticando as privatizações realizadas no governo anterior - no fim de seu mandato Fernando Henrique cardoso abriu as comunicações do Brasil, o que possibilitou a enxurrada de celulares, de diversos modelos e marcas, no país.
Em um encontro ministerial, Dilma Roussef, que foi eleita como sucessora de Luz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2010, reconheceu que é impossível ampliar a capacidade nacional de transportes de passageiros sem a ajuda da iniciativa privada.
A Inglaterra, como exemplo, durante a Revolução Industrial, também reconheceu isso, mas utilizou a iniciativa primada do próprio país, mantendo a riquesa em domínios nacionais, produzindo assim mais riquesa para si própria, aumentando assim, o seu capital... Hoje os tempos são outros, pois existe a globalização.
A presidente poderia dar preferência a empresas nacionais nesta empreitada, por exemplo!!!
Segundo Paulo Rezende, coordenador de logística e infraestrutura da Fundação Dom Cabral, a decisão de conceder á iniciativa privada alguns dos aeroportos do país mostra que a face gestora de Dilma se sobrepôs à face política, diante das necessidades do setor e os possíveis constrangimentos, segundo ele "na aviação a ideologia ficou de lado".
Em um encontro ministerial, Dilma Roussef, que foi eleita como sucessora de Luz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2010, reconheceu que é impossível ampliar a capacidade nacional de transportes de passageiros sem a ajuda da iniciativa privada.
A Inglaterra, como exemplo, durante a Revolução Industrial, também reconheceu isso, mas utilizou a iniciativa primada do próprio país, mantendo a riquesa em domínios nacionais, produzindo assim mais riquesa para si própria, aumentando assim, o seu capital... Hoje os tempos são outros, pois existe a globalização.
A presidente poderia dar preferência a empresas nacionais nesta empreitada, por exemplo!!!
Segundo Paulo Rezende, coordenador de logística e infraestrutura da Fundação Dom Cabral, a decisão de conceder á iniciativa privada alguns dos aeroportos do país mostra que a face gestora de Dilma se sobrepôs à face política, diante das necessidades do setor e os possíveis constrangimentos, segundo ele "na aviação a ideologia ficou de lado".
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