Sopinha de Versos

"Palavra puxa palavra, uma idéia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução."(Machado de Assis) Acesse também www.noticiarte.com.br - estamos de volta!!!!

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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Solução Pikettyana...

Já que os trabalhadores não se vêem mais como uma classe, mas o são!, penso que deveria haver um importo mínimo para o país, de 10 reais para trabalhadores de baixa renda, que seriam acumulados durante um ano ou um ano e meio, e que no fim do período os trabalhadores poderiam retirar o dinheiro enquanto que os juros deste valor ficaria para o governo. Assim a sociedade deixaria de ser baseada no consumo e passaria a ser baseada na poupança, como Tomas Piketty sugere no livro “O Capital do Século XXI”

Percebo que Marx não estava totalmente errado, assim como não estava totalmente certo, porém, é importante se conscientizar as pessoas de que para se chegar ao topo – abrir um negócio – é preciso se acumular capital, o que nos tempos atuais é possível, através de uma consignação e muita disciplina... Afinal r > g !!!

(Dennys Andrade)

(http://www.diplomatique.org.br/acervo.php?id=2980)

Marx não pôde imaginar que a classe burguesa engendraria no proletariado seus valores e daria a ele essa possibilidade de consumo. Os trabalhadores agora com poder de compra, não se vêem mais com uma classe.

Iniciamos assim a era da disciplina científica, na qual nos encontramos até hoje. Nela, não precisamos de contramestres para nos exigir disciplina e produtividade, exigimos isso de nós mesmos automaticamente porque agora, como diria Michelle Perrot, nosso contramestre é nossa consciência. Vivemos cada minuto de nossas vidas empenhados em sermos úteis e valiosos para o mercado e dessa forma - apenas dessa forma - sermos alguém, o que, na lógica capitalista quer dizer consumir e ascender economicamente para consumir mais.

_ Penso que no Brasil, e certamente no mundo todo, já que o mundo é globalizado - tendo a consciência como contramestre – todos querem se especializar em algo, porém, como o ensino no país é débil, ao invés de ter como objetivo fazer uma faculdade, o objetivo se caracteriza num “curso técnico”, para depois ser concretizado o ensino superior, e isso é bom...

(http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Carta-Maior-lanca-debate-o-Marxismo-e-o-Seculo-XXI/4/15217)

Não há marxismo sem marxistas; estes não são muitos, hoje, no Ocidente. No Brasil, às vezes tem-se a impressão de que o marxismo floresce sobretudo na universidade, na área de humanas, e ilumina muitos nichos da crítica. Mas nos partidos de esquerda, o marxismo é quase sempre um indesejado e no operariado ele é mais, é desconhecido. Operariado aliás, hoje multifacetado, reduzido nos locais produtivos, abundante nos locais de serviço, milhões nos trabalhos informais, uma grande classe não-classe. Será possível combinar reflexão criadora, novas interpretações do mundo, descoladas do trabalho?

As explorações sobre essas intrigantes questões não se farão com um marxismo ensimesmado, sectário e doutrinário; mas não se trata de proclamar um ecletismo despolitizado: as interrogações partem da tomada de posição de que o marxismo pode ainda alimentar as lutas pela transformação social e política, senão com a transcendência e abrangência mostradas no século XX, pelo menos com uma postura crítica que não se deixará seduzir nem pelo apocalipse nem pelo conformismo. Em suma, um marxismo dialógico e dialético. 

(http://www.espacoacademico.com.br/051/51tonet.htm)

Introdução

Sabe-se que o pensamento marxiano se configurou como uma clara perspectiva crítica e revolucionária, ou seja, de compreensão da realidade social até a sua raiz e de superação radical da ordem burguesa. E foi precisamente este caráter radical e revolucionário que ele foi perdendo ao longo da sua trajetória. Entre as inúmeras deformações que ele sofreu, está a redução desta radicalidade a mera crítica teórica ou a uma crítica política, quando a questão é muito mais ampla e profunda. Ser radical, como o próprio Marx diz, é ir à raiz. Ora, continua ele, a raiz do homem é o próprio homem. Trata-se, pois, ao nosso ver, de retornar a Marx, não para encontrar o “verdadeiro Marx” – tarefa impossível e sem sentido – mas, para buscar nele os fundamentos para a compreensão do mundo dos homens até a sua raiz, compreensão que, por sua própria natureza, tem um caráter revolucionário.

O sentido preciso de nossa afirmação é este: Marx lançou os fundamentos de uma concepção radicalmente nova de fazer ciência e filosofia e, portanto, de compreender o mundo. Isto quer dizer que o fundamento da luta revolucionária está primeiramente na ontologia (natureza do ser social) e só depois na política e na ética

Argumento Histórico

O pressuposto dessas afirmações é que as idéias são sempre mediações – ainda que indiretas – para o conhecimento e a intervenção na realidade. Ora, é claro que, numa sociedade de classes, as classes dominantes buscarão compreender a realidade e orientar a intervenção nela de modo a favorecer os seus interesse que, não esqueçamos, são sempre apresentados como interesses universais. Não se trata de querer ou não. Trata-se de uma necessidade inescapável. Isto acontece até, embora de forma muito diferente, com relação ao conhecimento da natureza. Quanto mais em relação ao conhecimento da sociedade! Afinal, como bem disse Marx “As idéias dominantes são as idéias das classes dominantes”.
Contudo, não há nenhum argumento conclusivo que demonstre que a passagem do capitalismo ao comunismo é impossível. Argumentando ad hominem, em boa lógica popperiana, a afirmação de que o comunismo é impossível é uma afirmação não falsificável, o que lhe retira qualquer caráter científico e traduz muito mais o desejo da burguesia. O fracasso das tentativas até agora feitas apenas prova que aquele não era o caminho, mas não a impossibilidade de atingir tal objetivo. Isto é boa lógica!
É a classe trabalhadora, por sua própria natureza, que expressa, como já vimos, a possibilidade e a exigência de superação do capitalismo. É na análise da sociabilidade regida pelo capital que Marx encontra as possibilidades de sua superação, as balizas que deverão fundamentar essa superação e o sujeito decisivo dessa tarefa. Nada disto confere validade a tudo o que Marx escreveu. Apenas expressa o fato de que ele, ao examinar o processo real, lançou as bases para uma nova forma de fazer ciência e filosofia e de intervir no mundo, trazendo, assim, à tona a possibilidade de uma nova e superior forma de sociabilidade.


Postado por Revolução dos Versos às 2/01/2015 12:00:00 PM Nenhum comentário:
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Como crescer na vida vendendo sorvete

Tive essa ideia lendo o livro "O Valor do Amanhã, de Eduardo Giannetti da Fonseca:
(Dennys Andrade)


Hoje passei essa estratégia para o meu psicólogo, que disse que isso é legal para se fazer uma viagem no fim do ano, por exemplo, pois a estratégia deve ter um objetivo! 

A Estratégia:

Isso foi uma estratégia que bolei, ano passado, para um amigo meu que é um dos sorveteiros do bairro de Laranjeiras (RJ):

Esse cara ganha porcentagem sobre o total de picolés e sorvetes vendidos, ou seja, trabalha com consignação de sorvete. Eu trabalhava em Laranjeiras como jornaleiro, e que também trabalhava com consignação de jornais e revistas... Nunca consegui efetivar esta estratégia enquanto jornaleiro...

Perguntei a esse meu amigo o  quanto que ele ganhava com a venda de sorvete: ele me disse que "em dia bom 300 e em dia ruim 100", então sugeri a ele começar a guardar 10 reais por dia, que não seria nada demais.

Disse até que "para mim é porque eu tenho que pagar conta todos os dias", mas para você não! Perguntei se ele tinha alguma conta em banco e ele, cujo nome era Paulo, me disse que não. Sugeria então que ele abrisse uma poupança, que se abre com 10 reais em qualquer banco no Brasil, ou até menos...

Sugeri a ele depositar todos os dias 10 reais na conta, e que se isso fosse feito religiosamente - na sexta seria depositado 30, por exemplo, no fim doa mês ele teria 300 reais. E como ele ganhava dinheiro todos os dias, pois trabalhava vendendo picolé, isso não oneraria ele de jeito nenhum - ele concordou.

Se ele fizesse isso todos os dias durante um ano teria 3600 reais na conta após um ano e 1800 após 6 meses, o que já lhe daria condições de alugar uma lojinha e abrir uma sorveteria, pois as empresas de sorvete fornecem os freezers para vender os seus produtos, porém teria uma partida mínima inicial!

No segundo mês se teria todos os dias um rendimento de 10 reais depositados no mês anterior!

_ Falei que ele já sabia trabalhar com consignação, então seria fácil.

Essa estratégia que passei para outra sorveteira também que ia todos os dias na minha banca para conversar, enquanto eu comia o segundo pote de sorvete. Ela me falou que na verdade ela estava trabalhando para "eles" - se referindo  a sorveteria que lhe fornecia o sorvete.

Disse que não, pois ela não estava pagando para produzir o sorvete e nem pelo carrinho com que ela vendia o sorvete, então ela estava, na verdade, trabalhando para ela, e que não poderia ficar com o dinheiro todo mesmo... Ela concordou!

Meses depois, ao conversar com o Paulo, ele me disse que estava guardando 50 reais por semana, já a outra sorveteira não estava conseguindo guardar nada.

Recentemente eu passei essa estratégia para um outro amigo meu que vende sucos no Centro, mas que ele não tava conseguindo guardar nada, mas se mostrou entusiasmado com a ideia, enfim.

No caso do Paulo - uma pessoa que não tinha nem conta em banco e agora tem uma poupança e ainda guarda 50 reais por semana - penso que isso foi um "up" na vida dele!!!

_ E com certeza, se continuar fazendo isso todos os dias, daqui a alguns meses ele vai virar um novo empreendedor dono de sorveteria!!!
  

Postado por Revolução dos Versos às 1/30/2015 09:08:00 PM Nenhum comentário:
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Como crescer na vida

Para os economistas de plantão, olha o que eu achei na revista Super Interessante, e que serve de aviso para quem gosta de pegar dinheiro emprestado e não pagar!!!

[Super Interessante ed. 304-B novembro/ 2014, pág 57]

"Suponha que você seja um empresário, mas não tenha capital. Então faz um empréstimo, aplica o dinheiro e quita a dívida com a renda do negócio. Resultado: você, que não tinha nada, não só devolve o que pegou como passa a ter alguma coisa."    

Tendo isso em mente é que se cresce...

Postado por Revolução dos Versos às 12/10/2014 03:13:00 PM Nenhum comentário:
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sábado, 6 de dezembro de 2014

Obra-de-arte

Bem, a obra-de-arte, como Barthes já disse, perdeu a sua aura com a reprudutibilidade técnica, ou seja, deixou de ser a obra prima original para se tornar cópias de si mesma para serem vendidas, em fim...

Porém a arte é revolucionária, apenar de conspiradores de plantão dizerem que não!

A arte nos leva a uma catarse, a uma consciência de si mesmo, que se aplicada, pode trazer a consciência necessária que vai modificar a vida do indivíduo e vai fazê-lo progredir.

Segundo Freud:

"A ligação com a realidade se orna ainda mais frouxa, a satisfação é obtida a partir de ilusões reconhecidas como tais, sem que se permita que o seu afastamento da realidade perturbe o gozo. A região donde provém tais ilusões é a fantasia; quando o desenvolvimento do senso de realidade se completou, ela foi expressamente dispensada das exigências da prova de realidade e foi destinada ao cumprimento de desejos de difícil realização. No topo dessas satisfações fantasísticas se encontra o gozo de obra de arte, também tornado acessível a quem não é criador através da mediação do artista. Quem é sensível à fluência da arte não tem palavras suficientes para louvá-la como fonte de prazer e consolo da vida. No entanto, a suave narcose em que a arte nos coloca não é capaz de produzir mais do que uma fugaz libertação das desgraças da vida, e não é forte o bastante para fazer esquecer a miséria real. / Há outro procedimento mais enérgico e mais radical que considera que o único inimigo é a realidade, a qual seria a fonte de todo sofrimento e com a qual não se pode conviver, sendo preciso, por isso, cortar todas as relações com ela caso se queira ser feliz em algum sentido."

_ Não se pode cortar relações com a realidade porque no fim do mês vem as contas, mas você pode guardar 10% do salário todo mês. Seria um pequeno sofrimento no presente para uma benção no fim de 12 meses ou mais.  

Freud diz ainda:

"O eremita volta as costas para este mundo, não quer ter nada haver com ele. Mas é possível fazer mais do que isso, é possível querer a sua transformação, a construção de um outro mundo em seu lugar, do qual os aspectos mais insuportáveis sejam eliminados e substituídos por outros mais de acordo com os próprios desejos. Em regra, não alcançará coisa alguma quem segue esse caminho para a felicidade com revolta desesperada; a realidade é demasiado forte para ele. / Afirma-se, porém, que cada um de nós se comporta, em algum ponto, de maneira semelhante ao paranóico, corrigindo um aspecto insuportável da realidade. É particularmente digno de note  o caso em que um grande número de pessoas empreende conjuntamente a tentativa de obter garantias de felicidade e proteção contra o sofrimento mediante uma transformação delirante da realidade."       


Postado por Revolução dos Versos às 12/06/2014 07:49:00 AM Nenhum comentário:
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Um Amanhã...

Eu era jornaleiro no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, e sempre passavam os vendedores de sorvete, com suas carrocinhas, vendendo seus produtos embaixo de sol o dia inteiro.

LI o livro "O Valor do Amanhã" de Eduardo Giannetti da Fonseca e comecei a bolar sobre...

Sugeri a um dos sorveteiros de Laranjeiras (RJ), ano passado, e que me disse que não tinha nem conta em banco, que abrisse uma conta poupança e que colocasse todos os dias - inclusive sábado e domingo - 10 reais na poupança; 70 reais por semana! Em um mês ele teria 300 reais. Se ele fizesse isso durante uns 5 ou 6 meses ele teria mais de mil reais em caixa, o que lhe possibilitaria alugar uma lojinha e montar uma sorveteria própria através de uma consignação da Kibon, por exemplo. 

Disse que ele já sabia trabalhar com consignação, pois ele ganhava apenas 30% dos sorvetes que vendia o dia inteiro. Com a consignação ele pagaria só que iria vender à Kibon!

Isso foi no fim do ano passado. Um Mês depois ele me disse que estava guardando 50 reais por semana. Ele tinha me dito que ganhava 300 reais em dia bom e 100 em dia ruim, em média, e que no fim do dia dava para comer bem...

Só que - falei isso com ele - não estava dando garantia nenhuma para o dia seguinte dele, pois ele não estava guardando nada, e que com uma poupança, e colocando todos os dias 10 reais ele iria ter um dinheirinho guardado e também estaria contribuindo para o fim da recessão que estamos vivendo, pois isso também iria entrar na conta do PIB no fim do ano.

Para uma pessoa que nem conta em banco tinha e que agora guarda 50 reais por semana, considero um avanço considerável!!!

Dei essa ideia a ele porque li o livro "O valor do Amanhã" do Eduardo Giannetti da Fonseca e comecei a imaginar meios de se guardar dinheiro... Se esse cara guardar, por exemplo, 200 reais por mês, em um ano vai ter 2400 mais o juros incidido, o que se possibilitará fazer coisas diversas. Mas avisei a ele que não se poderia mexer no dinheiro...

Falei isso porque eu tinha um Mega Plin, no ITAÚ, e que durante um ano e meio eu coloquei 20 reais por mês lá, e no fim do contrato ao invés de retirar a quantia depositada retirei a quantia depositada mais o juros incidido sobre o valor. Isso me possibilitou fazer um VGBL que todos os meses eu coloco um valor lá... Só que pessoas que trabalham por conta própria não têm essa noção: Se uma pessoa que ganha 100 reais por dia e guardar 10 reais todos os dias, ou a cada dois dias, não será muito sacrifício, porém eles têm que ter uma conta no banco para que o crescimento deles também seja o crescimento do país.

Sozinho não se chega a lugar nenhum, então o que vale é o trabalho em conjunto, ou em equipe!

Sugiro que se comece a utilizar os juros altos a favor do contribuinte - ou seja - deixa um dinheiro na poupança e só tira se for muito necessário, se não deixa lá... Afinal, ele depois de um mês vai começar a render juros... E se puder sempre coloque alguma coisinha lá também. Teve uma vez que ouvi uma entrevista no rádio - não sei o nome da criatura que deu a entrevista - e o cara dizia que sempre quando se coloca alguma coisinha, o mínimo que seja, rende mais.

#Fica a Dica

Postado por Revolução dos Versos às 12/01/2014 02:52:00 PM Nenhum comentário:
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domingo, 19 de outubro de 2014

Inflação no Brasil

Revolução dos Versos

Teve uma vez que mandei uma sugestão pelo telefone, para a Band, de o Brasil pagar a dívida da Argentina, ou parte dela, e com isso resolver o problema da inflação no país. Andei estudando um pouco sobre o assunto e olha o que os autores Marco Antônio S. Vascocellos e Manuel E. Garcia, no livro "Fundamentos da Economia", de 2002, falam na página 146 e 147.

_ A solução da inflação brasileira é emitir moeda e mandar para fora do país....

                                                                                                    (Dennys Andrade)

Olha o que eu achei:

"Agora estamos interessados na contribuição da política monetária para elevar o nível de atividade e de emprego da economia a curto prazo. Evidentemente, trata-se de promover uma política monetária expansionista, o que pode ser feito utilizando-se vários instrumentos:

* Aumentar as emissões de moeda, na exata medida das necessidades dos agentes econômicos, para não gerar inflação.

* Diminuir a taxa do compulsório, ou seja, diminuir o percentual de depósito que os bancos comerciais devem reter à ordem do Banco Central, o que permitirá elevar o crédito bancário.

* Recomprar títulos públicos no mercado, ou seja, "trocar papel por moeda", o que elevará a quantidade de moeda disponível no mercado.

* Diminuir a regulamentação no mercado de crédito, principalmente nos limites impostos aos prazos de empréstimos, ou no montante do crédito direto ao consumidor etc.

Tais medidas causarão impactos diretos sobre o nível de produto e renda da economia. Em termos da Teoria Quantitativa da Moeda, e supondo que a velocidade-renda  ( V ) e o nível de preços ( P ) não se alterem, se tivermos um aumento de renda (e do emprego) da mesma magnitude, pois:

         M                                V           =          P                          Y 
(aumenta 10%)      (constante)       (constante)      (aumenta 10%)  

O sentido geral de uma política monetária expansionista é esse. Evidentemente, na prática, não existe em Economia proporcionalidades tão exatas. A expansão da moeda e do crédito devem diminuir a taxa de juros de mercado. Se for váldia a hipótese de Keynes de que existe uma demanda especulativa de moeda, parte da expansão monetária ficará retida em mãos dos especuladores, dependendo do nível de taxas de juros, e não será utilizada imediatamente para atividades produtivas.

Por outro lado, precisamos conhecer a elasticidade dos investimentos em relação às taxas de juros, isto é, a sensibilidade ou resposta aos investimentos das empresas em relação às taxas de juros de mercado, para verificar qual o impacto final sobre a demanda agregada e sobre o nível de atividade e emprego.

É oportuno salientar que a expansão monetária deve levar ao aumento do nível de renda real y, mas também pode levar ao aumento de preços P. Apesar de um desemprego ao nível agregado, alguns setores ou ramos de atividade podem estar operando à plena capacidade. Nesses setores, o estímulo ao aumento da demanda agregada, através de políticas monetárias ou fiscais expansionistas, provocaria apenas aumento do nível de preços, e não da produção e emprego.

6.3. A relação entre oferta monetária e o processo inflacionário

Vamos supor agora uma economia que atravesse um processo de inflação. Veremos como os instrumentos de política monetária podem ser utilizados para debelar ou amenizar o processo.

Definimos no capítulo anterior o hiato inflacionário, onde a demanda agregada de bens e serviços está bastante aquecida, superando a capacidade produtiva da economia, ou a oferta de pleno emprego. É uma típica inflação de demanda.

Em tese, como se trata de uma situação onde a oferta agregada é escassa em relação à demanda, o ideal seria elevar a oferta , e não diminuir a procura. Em termos de política monetária, a oferta pode ser elevada por maior disponibilidade de financiamento à produção e diminuição das taxas de juros, inclusive subsidiadas Entretanto, como já foi colocado anteriormente, a oferta agregada é relativamente rígida a curto prazo, pois depende de recursos como bens de capital, disponibilidade de mão-de-obra e tecnologia, que requerem um prazo maior para aquisição e posterior maturação, quando a produção se inicia.

Assim, para obter resultados mais rápidos, a política antiinflacionária deve centrar-se mais no controle da demanda agregada. Os instrumentos recomendados de política monetária seriam dirigidos no sentido de "enxugar" os meios de pagamento, tais como:

a) controle da emissões do Banco Central;
b) venda de títulos públicos, retirando moeda de circulação;
c) elevação da taxa sobre as reservas compulsórias, diminuindo a disponibilidade dos bancos comerciais de efetuarem empréstimos  ao setor privado;
d) alteração das normas e regulamentação da concessão de créditos, diminuindo os prazos ou aumentando as exigências de contrapartida do comprador no crédito direto ao consumidor.

Recorrendo novamente à Teoria Quantitativa da Moeda, supondo a velocidade-renda e a renda real y constantes, ao nível de pleno emprego teremos:

     M                V            =         P                  Y
(queda)   constante)        (queda)   (constante)

Medidas de controle da demanda agregada, sejam fiscais ou monetárias, só são eficazes se a inflação for de demanda. No caso de um diagnóstico de inflação de custos onde existe uma escassez de oferta devido aos altos custos e produção (a oferta concentra-se abaixo do pleno emprego), apertos monetários e fiscais aprofundam ainda mais o desemprego já existente. (...)"  


Conclusão:


Por isso acho que o Brasil deveria fazer um acordo com a Argentina e pagar metade da dívida, ou ela inteira deles (para emitir mais moeda!) e cobrar da do país vizinho que eles intensifiquem as importações brasileiras. 

Isso vai elevar inclusive a circulação de produtos entre os países da América Latina.

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Conversa aberta. Uma mensagem lida.
Postado por Revolução dos Versos às 10/19/2014 10:56:00 AM Nenhum comentário:
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Médicos cubanos

Revolução dos Versos

Encontrei com uma amiga no ônibus semana passada, que é enfermeira e que já trabalhou em Postos de Saúde do Estado. Ela me disse que esses médicos cubanos são bons, trabalham direitinho.

Porém, como ela mesma disse "eles só sabem fazer o feijão com arroz", e me explicou o porquê:

Disse que lé em Cuba só tem faculdade de Medicina, então, é por isso que lá tem muito médico!


Disse que eles não têm especialidades dentro de Cuba: pediatra, otorrino, cardiologia etc.

Mas o que eles sabem fazer, que são os atendimentos de Clínico Geral, eles sabem muito bem.

Curiosidade!!!!

Sabe por que o advogado é chamado de doutor no Brasil???

_ É porque antigamente, no Brasil, só tinham duas faculdades. Direito e Medicina. E como o médico era chamado doutor, o povo começou a chamar de doutor quem era formado em faculdade, fosse ele médico ou advogado.

Por isso é que no Brasil é atribuído o título de doutor aos advogados...
Postado por Revolução dos Versos às 10/19/2014 10:37:00 AM Nenhum comentário:
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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Revolução dos Versos
Postado por Revolução dos Versos às 9/16/2014 06:31:00 PM Um comentário:
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Revolução dos Ver


Postado por Revolução dos Versos às 9/16/2014 06:04:00 PM Nenhum comentário:
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sábado, 13 de setembro de 2014

palestra

Que revelação:

Acesse...

http://www.youtube.com/watch?v=I9I1m0Ns_cI
Postado por Revolução dos Versos às 9/13/2014 07:47:00 PM Nenhum comentário:
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Movimento Cultural que visa popularizar a arte poética, promovendo assim a volta da poesia como manifestação da população. O abjetivo é divulgar a poesia no Rio de Janeiro, e em todo o Brasil acima de tudo! Como instrumento são utilizadas as Sopinhas de Versos...
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