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sábado, 13 de setembro de 2014

Reconstrução de realidades

Revolução dos Versos

O Cubismo foi um movimento artístico que visava a observação de um mesmo objeto por vários ângulos. Foi uma fragmentação e uma desconstrução. O movimento durou de 1907 até 1914, entre as Primeira e Segunda Guerra Mundial.

Este movimento se dava pela desconstrução de objettos, de realidades do século 19. Agora no século 20 penso que a arte está procurando fazer um movimento inverso, que é a reconstrução, definição e deternimação de objetos, de realidades, já que a Modernidade é fragmentada.

Porém, esta construção não vem de um saber só, mas sim da conversão dos diversos saberes que a tecnologia nos proporciona. Se o Meio é a Mensagem, como dizia Canclini, em que a mensagem do rádio, por exemplo, é o som e a mensagem da televisão é a imagem; qual a mensagem da internet???

Difícil responder!

É difícil porque o turbilhão da internet ao mesmo tempo que constrói saberes, o destrói também, e a informação final será sempre o somatório dos links acionados pelo internauta.

Visto isto proponho a Sopinha de Versos como um movimento de reconstrução do saber, visto que são diversos trechos, de diversos autores consagrados – sempre diferentes uns dos outros -, que são entregues á pessoas... O resultado final, na verdade, é a reflexão que a pessoa fará ao término da leitura da Sopinha de Versos que ela pegou. Como uma sempre é diferente da outra, a Sopinha possibilita uma infinidade de construções diferentes, porém, todas baseadas nos trechos do autor lido.


Dennys Andrade 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O arxismo é só o começo

Revolução dos Versos

Em uma Revolução dos Versos a parte econômica também é importante!

Esta é uma revolução que visa fazer as pessoas pensarem, porém, o foco também deve ser modificado.

Como assim???

É preciso ter em mente que o marxismo, como descrito por marx, é só o começo...

     ...e é isso que impede a sociedade de progredir!!!

As relações descritas por Marx, de compra, venda e acúmulo de capital existem e são reais, mas não é só isso. Será que a sociedade parou de pensar desde o manifesto Comunista?

O Marxismo é só o começo, pois vinculado está a empatia, que não é a mesma coisa de marketing!

Numa banca de jornal - o meu caso - o que faz o cliente voltar no dia seguinte não são as estratégias de marketing ou o preço mais baixo, mas sim o tratamento recebido por ele na banca.

Assisti a um documentário que dizia que nós, brasileiros, estamos em processo já de rompimento da pobreza; caminhando para uma sociedade mais igualitária...

_ Uma sociedade mais igualitária não se faz ganhando um salário mínimo. mandei esta sugestão para uma rádio...

No curso de Empreendimentos que fiz, no Adolpho Bloch, em São Cristóvão (RJ), os professores falavam que ao invés de se pagar um salário ao funcionário se deveria dar a ele, como título de salário, hum por cento da empresa.

Você já imaginou ser funcionário da Shell e ganhar 1% da empresa, ou se funcionário da Coca-Cola e ganhar um ou meio por cento da empresa toda?

Bem, assim o funcionário iria trabalhar cada vez mais para que a empresa ganhasse cada vez mais. Fazendo m paralelo com a atualidade, a pessoa ganharia sempre uma comissão se vendesse mais.

Voltando ao marxismo: não haveria a extinção da sociedade de classe, porém, haveria somente duas: a classe abastada (detentora dos meios de produção) e a classe trabalhadora (que iria manusear os meios de produção gerando lucro para a empresa, da qual teria o 1% como salário).

Comentei também sobre o regime de consignação. Como jornaleiro ganho uma comissão de tudo o que vendo, sendo que as comissões de cada produto são diferentes... Teve uma vez que conversei com um dos sorveteiros de Laranjeiras (RJ) e constatei que eles também trabalham com consignação, e teve uma que me disse que estava trabalhando para eles.

Argumentei com ela que ela estava trabalhando para ela mesma, e esta sorveteira insistiu que estava trabalhando para eles (a fábrica de sorvete no caso). Retruquei que não.

Perguntei se ela é que fazia o sorvete e ela respondeu que não. "Então, você está trabalhando para você, e aí não vai ficar com o dinheiro todo, mas sim com a parte que te cabe".

Sugeria a ela e a outro sorveteiro que eles abrissem uma poupança e começassem a depositar 10 reais todos os dias, inclusive sábado e domingo. Que se eles fizessem isso, em 4 meses teriam mais de mil reais, e que com esse dinheiro poderiam alugar uma lojinha e abrir uma sorteveria, trabalhando com a consignação da Kibom, por exemplo. Já que a Kibom oferece freezer para se vender os produtos dela de graça, porém, e ainda assim, seria uma consignação. Já tinha que saber que no fim do mês teria que dar a parte da Kibom, e não ficar com tudo.

Lógico que se não for "organizadinho" isso vai dar kiprocó , porém seria um jeito de se sair da informalidade de se vender sorvete numa carrocinha o dia inteiro debaixo de sol, ou de chuva...

Dennys Andrade





quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Lingua Kinbunda

Hoje eu estava ouvindo o Deonísio da Silva no rádio e ele comentou que várias palavras no português do Brasil têm origem africana, pois vieram da língua Kinbundo.

Pelo que sei a Biblioteca Comunitária Tobias Barreto, a bibliteca comunitária da Vila da Penha (RJ) - a biblioteca do Evando - é a única no Brasil que tem uma edição do dicionário desta língua.

Ele fala que lá é o único lugar que tem "um dicionário da língua bunda"...

É legal saber como curiosidade.

Dennys Andrade

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Sabedoria de empreendedor - Consignação

Teve uma vez que conversei com uma vendedora de sorvete, de Laranjeiras, e disse que ela estava trabalhando para ela. Ela descordou e disse que estava trabalhando para eles... Afirmei de novo que ela estava trabalhando para ela mesma. Novamente ela descordou.

Perguntei se era ela que fabricava o sorvete e ela respondeu que não. "Então, quer ficar com o dinheiro todo? (...) Uma parte é da fábrica e a outra é sua. 

Conversei isso com outro sorveteiro também e disse ainda que se ele depositasse 10 reais todos os dias em um poupança, em 4 ou 5 meses ele teria mais de mil reais, e com esse dinheiro ele poderia alugar uma lojinha e pegar uma consignação da Kibon ou de outro fabricante de sorvete, que eles dão inclusive o frezer para guaradr o produto e abrir uma sorveteria para ele. O cara colocou as mãos na cabeça e saiu dizendo que eu tinha dado uma ideia para ele.

A consignação é boa para se adquirir uma primeiro capital para depois progredir ainda mais...

Multipoemas

Revolução dos Versos:

"a realidade não está jamais onde o senso comum a espera. Quanto mais próxima dela pensamos estar, mais se distancia. Ela é um pouco como essas bonecas russas que sempre contém uma outra".

(Fernando Gabeira - Segundo caderno, O Globo, 31/08/14)

A realidade é incompleta, então, para se com pletá-la é preciso uma reflexão. Quem faz essa reflexão é o poeta, é o filósofo, etc.

O poeta, e demais pensadores, pensam em outras probabilidades do real, mas se o "multiverso" existe e a realidade sempre é móvel é ele, o poeta, que rompe as barreiras factíveis para a sociedade progredir.

Se o "multiverso" existe é preciso pensar também em "multipoemas" para multiplas realidades.

Conceito - Multipoema é a característica que o poema tem de criar novas visões de mundo, de criar novos conceitos. O poema, o verso não é estárico, pois sempre vai se apropriar da conotação das palavras para ganhar novos sentidos, novas probabilidades.

Dennys Andrade

sábado, 23 de agosto de 2014

VGBL

para o site Minhas Economias:

Para procurar investimentos melhores ou fundos de previdência melhores, é preciso pesquisar bastante. Nos gráficos abaixo, iremos mostrar se vale mais a pena gerir o dinheiro por conta própria ou contratar um plano de previdência em diferentes cenários.
Em nossa simulação, mostramos o que acontece em cada uma das três alternativas de investimento: gestão de recursos por conta própria, aplicação em PGBL e aplicação emVGBL. No exemplo, o investidor tem uma renda bruta tributável anual de R$ 100 mil. No caso do PGBL, ao aplicar 12% da renda bruta tributável, a base de cálculo para fins de IR passa de R$ 100 mil para R$ 88 mil. Como não há outros investimentos, o valor que sobra no final, após o pagamento do imposto é de R$ 73.286,96. No caso da gestão própria e do VGBL, como não há diferimento fiscal, a base para apuração de IR acaba sendo os próprios R$ 100 mil. Após o pagamento do imposto e da aplicação de R$ 8.700, sobram os mesmos R$ 73.286,96. Vale ressaltar que os R$ 8.700 equivalem aos R$ 12.000 multiplicados por 82,5% ( 100% – 27,5%), ou seja, o valor que sobraria caso tivesse que pagar o IR sobre o valor investido no PGBL.
Simulação previdência




Segundo o Dr.Money

Sempre que se fala em aposentadoria, duas opções de investimento logo surgem na discussão: o PGBL e o VGBL. Para os menos versados no assunto, PGBL significa Plano Gerador de Benefícios Livre e VGBL,Vida Gerador de Benefícios Livre. A diferença entre essas duas modalidades de investimento está no tratamento tributário.
A tributação do PGBL ocorre sobre o investimento todo, ao passo que, no VGBL, a tributação incide somente sobre o rendimento da aplicação. Vejamos um exemplo: digamos que você aplique R$ 1.000 em um PGBL e outros R$ 1.000 em um VGBL. Depois de um ano, você tem R$ 1.100 em cada uma dessas aplicações. Digamos que a alíquota do imposto de renda seja de 35%. No PGBL você pagará de imposto 35% x R$ 1.100, o que resulta em R$ 385. Portanto, você resgata somente R$ 715. Já no VGBL, o imposto incide somente sobre os R$ 100 de retorno do investimento: 35% sobre R$ 100 dá R$ 35 de imposto. Portanto, você resgata R$ 1.065.

Na Band News TV, em 2014, ouvi do Mendonça de Barros dizer que o VGBL é um salva vidas, mas resolvi procurar na internet outras opiniões e achei uma emtrevista da Joven Pan de 2013 e olha só o que diz o link abaixo:

http://jovempan.uol.com.br/radio/?listen=&last=/opiniao-jovem-pan/comentaristas/denise-campos-de-toledo/quais-as-vantagens-e-as-desvantagens-de-investir-no-vgbl.html&audioTitle=Quais%20as%20vantagens%20e%20as%20desvantagens%20de%20investir%20no%20VGBL?&audioFile=http://storage.mais.uol.com.br/14553734.mp3

Dr. Money
http://www.drmoney.com.br/investimentos/pgbl-x-vgbl-qual-a-melhor-opcao-para-voce/

Minhas Economias:

http://www.minhaseconomias.com.br/blog/aposentadoria/e-melhor-investir-em-um-plano-de-previdencia-ou-investir-por-conta-propria-para-a-minha-aposentadoria

sábado, 16 de agosto de 2014

A Crítica do Vianna

                                   A crítica do Vianna...

Ao ler a matéria de capa do Segundo Caderno do Globo de hoje, dia 28/04/2011, não me contive e me indignei! De acordo com a matéria do jornalista Luiz Fernando Vianna "a falta de uma reflexão crítica no Rio pode ter um fundamento econômico"... No Rio de Janeiro existe sim uma reflexão crítica com relação às artes, o que inclui a reflexão musical também, mas essa reflexão musical, que é pautada na economia de uma sociedade de mercado - em que vivemos - também é pautada por uma reflexão ideológica, que anda enfraquecida, mas que existe ainda...

Segundo Marcelo Calado relata, o Rio de Janeiro tem artistas tão bons quanto os de São Paulo, a diferença é que lá estes artistas se organizam melhor. Ele afirma ainda que "o público aqui só se interessa por quem está estourando", e como ele mesmo diz: "Nós, músicos, somos um pouco da turma do chileno", pois diz não terem eles um pensador, como o Romulo Fróes, em São Paulo. A sociedade atual está em caus devido às manifestações!!!

De acordo com o pensamento de Mariano Marovato, doutorando da Pontifícia Universidade Católica (PUC), na música carioca falta de tudo, e talvez até "argumentação crítica devido ao comodismo", pois a música em processo acabou porque as pessoas só vão aonde todo mundo vai... Na verdade, segundo a matéria intitulada "Quem pensa esta cena?", a atitude de coesão (paulista) é maior do que os da Música Popular Carioca (MBC), que a mídia tentou rotular como Farofa Carioca.

Na cidade, não só na música, mas também nas artes plásticas, artes cênicas, poéticas e todas as outras artes a cultura se encontra meio que bagunçada sim, mas que segundo a "Teoria do Caus", no meio desta bagunça é possível se encontrar uma ordem. E quem vai dar esta ordem, este ordenamento social é a poesia!

Isso aconteceu, segundo Vianna, porque "às velocidades das comunicações jogou por terra qualquer possibilidade de movimento"", mas a crítica e a teoria, no Rio, estão ativas. Enfraquecidas, mas ativas. Tanto que em julho de 2013 estourou em manifestações e violência...

De acordo com o artigo "a Hitória precisa de classificações" (...) Infelismente com a poesia aconteceu a mesma coisa; só que nós, poetas, nos movimentamos de maneira independente das manobras do Mercado, que na realidade nunca nos prestigiou, por achar que "Poesia não tem valor de mercado."

Todos os poetas, não só os dos Rio, mas de todo o país, onde a efervescência cultural for muito grande: em todas as planícies,  estados e regiões do Brasil, o poeta precisa mostrar ao que veio e passar a sua mensagem. 

O artigo de Vianna, na verdade, fala da arte musical, mas as relações da música e da poesia são tão estreitas, que não tem como se falar de música e não se falar de poesia, enfim: não deu para ficar calado...  Na verdade, poesia, na atualidade, ganhou um novo status, pois ela engloba todas as manifestações artísticas, porém, cada uma delas se utiliza de artimanhas, artifícios (instrumentos) diferentes para conquistar o seu público - essa é uma nova fase, em que o conceito de poesia se estendeu.

Ao se pensar direito a Pós-Modernidade chegou ao Brasil com as manifestações de julho de 2013, em que nem a polícia e nem ninguém sabe como agir. Talvez isso esteja sendo feito para desestimular as famílias a irem às manifestações ou talvez seja mais um reflexo do descontentamento do povo com seus governantes, que por contradição, são os mesmos que foram colocados no Poder por eles (manifestantes) nas eleições.
Talvez as manifestações sirvam para atentar a população a prestar atenção em quem vai votar em 2014, ou “Mais do Mesmo”...
                                                                                                            Dennys Andrade

terça-feira, 27 de maio de 2014

Justificação da Revolução dos Versos

A escritora Adélia Prado deu uma entrevista e justificou a Sopinha de Versos, que é o instrumento da Revolução dos Versos!!!

Link abaixo

https://www.facebook.com/photo.php?v=494488763986455

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Fugitivos

Quem começa a Guerra não pode lamentar mortes!!!

República sindicalista???

https://www.youtube.com/watch?v=SBsNBaCvzoU




A Força nacional de Segurança é subalterno do Legislativo...

Soldado...

Revolução dos Versos

https://www.youtube.com/watch?v=VPAF5WIQ1GE