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terça-feira, 22 de abril de 2014

Divida Interna

Na Faculdade, durante uma das aulas do Carlos Roma, professor 01 da Estácio de Sá, ele comentou que a Alemanha, com a Margarete Tacher (Dama de Ferro), utilizou a mão de obra da própria Alemanha, utilizando os recursos do próprio país para alcançar o desenvolvimento, enquanto que o Brasil se endividou no exterior para alcançar o desenvolvimento.

 Recebi um e-mail que dizia que o Lula  trocou a divida externa pela dívida interna. Endividando o povo brasileiro.

Eu fiz até uma esquete de teatro:

_ Mãe. Qual o remédia da inflação?

_Juros baixo. Tá no armário, lá no fundo...


Missão Poética

A missão da poesia é alertar a população para as mudanças do país

Transposições e anexações

Sobre a transposição do Rio São Francisco. Essa ideia vem lá do  Império, pelo que sei.

Na verdade, a transposição do Rio São Francisco é a implantação de um Canal do Panamá no Brasil!

Porque digo isso? O Canal do Panamá, segundo o professor Carlos Roma (professor 01 da Estácio de Sá, de Historia) falou em aula (obs: a aula dele é toda falada, não se pega em livro e se entende tudo!!!):

Falou que o Panamá era um país sem história, pois ele foi o resultado de um estudo americano para fazer uma passagem entre os dois oceanos, o Atlântico e o Pacífico e viram que o menor trecho de terra entre os dois oceanos era a região do Panamá, e que àquela região estava querendo fazer a sua independência da Colômbia e os EUA, então, apoiou-os. A Colômbia, quando viu que os americanos os estava apoiando decidiu não fazer a guerra e entregar de bandeja a região à independência.

O Carlos Roma até disse que o Panamá era um país sem história por causa disso. Não tem heróis nacionais, como o Brasil que tem Tiradentes.

Como o Lula queria fazer a transposição do São Francisco para colocar um transporte de navegação lá; digo que o que ele queria fazer era um Canal do Panamá dentro do Brasil, e que talvez até ligasse o Atlântico ao Pacífico.

Pontos negativos: Iria se derramar muito dinheiro para isso enquanto a população definha nos hospitais públicos do país.

Pontos positivos: Com isso iria-se levar, novamente, o desenvolvimento para o interior do país. Digo Novamente porque Brasília fez isso. Levou uo vulto do desenvolvimento para o interior do país!

Ao transferir a capital federal do Rio de Janeiro para Brasília, JK protegeu o país de um ataque marítimo, por exemplo, com os Porta Aviões americanos sempre na Costa, na praia de Copacabana, por exemplo.

Teve uma vez que eu estava conversando com um militar, na praia de Copacabana e ele colocou a mão no queixo e se perguntou em voz alta: Por que um Porta-aviões americano está aqui? Logo respondi que era por causa da Venezuela! E ele retrucou: Não! Existem bases mais próximas da Venezuela do que aqui.   

Existe uma teoria americana da Terceira Guerra Mundial em que o Brasil ocuparia o lugar dos EUA no mundo no caso de uma terceira guerra mundial.

Na questão da bomba atômica, por exemplo, nós aqui temos o tório 232 que é mais fácil e barato transformar em urânio 233 do que o mineral que existe nos EUA, que é um mineral secundário, segundo Renato Archer, ex-ministro. O tório 232 é encontrado na areia monazídica, que é facilmente encontrada em Macaé e em Natal, por exemplo. É a chamada areia medicinal ou areia preta.

Na verdade, a transposição do Rio São Francisco é a implantação de um Canal do Panamá no Brasil!

Porque digo isso? O Canal do Panamá, segundo o professor Carlos Roma (professor 01 da Estácio de Sá, de Historia) falou em aula 
(obs: a aula dele é toda falada, não se pega em livro e se entende tudo!!!):

Falou que o Panamá era um país sem história, pois ele foi o resultado de um estudo americano para fazer uma passagem entre os dois oceanos, o Atlântico e o Pacífico e viram que o trecho de menor faixa de terra entre os dois oceanos era a região do Panamá, e que àquela região estava querendo fazer a sua independência da Colômbia e os EUA, então, apoiou-os.

A Colômbia, quando viu que os americanos os estava apoiando decidiu não fazer a guerra e entregar de bandeja a região à independência. O Carlos Roma até disse que o Panamá era um país sem história por causa disso. Não tem heróis nacionais, como o Brasil que tem Tiradentes, por exemplo.

Como o Lula queria fazer a transposição do São Francisco para colocar um transporte de navegação lá; digo que o que ele queria fazer era um Canal do Panamá dentro do Brasil, e que talvez até ligasse o Atlântico ao Pacífico.

Pontos negativos: Iria se derramar muito dinheiro para isso enquanto a população definha nos hospitais públicos do país.

Pontos positivos: Com isso iria-se levar, novamente, o desenvolvimento para o interior do país. Digo Novamente porque Brasília fez isso!

Já me falaram, na banca de jornal, que os cargueiros japoneses vêm carregados  e chegam aqui, descarregam e precisam colocar peso nos navios (areia) e eles colocam esta areia monazídica e voltam para o Japão, roubando o nosso mineral. Acho bem verossímel essa história; já que na guerra eles faziam a conta para o combustível dos aviões camikazes cair e destruir alguma coisa...

Temos algumas usinas atômicas em Angra, e que a Alemanha não transferiu toda tecnologia prometida na assinatura do acordo...

Também falo com as pessoas na banca de jornal que eu duvido que o Brasil já não tenha a bomba atômica, agora isso não deve ser é divulgado! 

_ E acho isso até legal, pois já imaginou o que os EUA fariam se soubessem que o Brasil tem a bomba atômica??? Se na  teoria da Terceira Guerra Mundial seria o Brasil que ocuparia o lugar deles no mundo.

Já vi documentários e reportagens em que os americanos enxergam o Brasil como um inimigo em potencial, já que a presidente e o ex-presidente Lula fortalecem cada vez mais os laços com países como Cuba e Venezuela. A Venezuela vive uma guerra civil e o Brasil não diz nada.

Teve uma vez que ouvi uma entrevista daqueles caras que querem se separar do Paraguai e se anexar ao Brasil e o Lula dizendo que essa era uma questão deles... Talvez, ao dizer isso quisessem fazer uma região autônoma também, como na Criméia, e depois anexar ao Brasil, pois lá existirem muitos brasileiros... Já imaginou se o Brasil resolvesse anexar Miami??? 

[Congecturas à parte.]

O problema é que estão roubando o nosso mineral monazídico debaixo de nossas fuças e nós ainda compramos produtos importados do Japão ( esta informação da areia monazídica está no livro Diálogos com o Tempo, Renato Archer).

terça-feira, 15 de abril de 2014

Aventuras Poéticas

No Brasil existe muito preso político...

Atentei para uma coisa: quase que eu fui o primeiro preso poético do Brasil na democracia.

Ué, a Marina não diz que a Rede Sustentabilidade é o primeiro Partido político ilegal da democracia brasileira? Eu também quero ser o primeiro em alguma coisa...

No dia em que o Pezão assumiu o governo do estado do Rio de Janeiro, por volta de 13 horas, eu acho, fui distribuir as Sopinhas de Versos no Palácio Guanabara... Quando cheguei lá vi que o portão de ferro estava aberto e resolvi entrar.

Não era crime, pois o Palácio é a casa do povo.

Comecei a distribuir as Sopinhas de Versos para os engravatados do lado de fora o palácio e entrei sem dificuldades e continuei a distribui-las - houveram alguns engravatados que recusaram - Oh, muito obrigado. Com licensa, poesia... - e fui entrando. Resolvi entrar numa barraca de praia do governo que haviam vários jornalistas e executivos. Minha esperança era que algum jornalista me perguntasse o que era aquilo e eu explicasse "pormenorisadamente", mas, de repente recebi um solavanco no ombro direito e quando olhei para  trás vi um policial que ordenava: "Vem comigo!", então virei para trás e disse: Pois não, senhor...

Comecei a segui-lo, e fui falando, para quebrar o gelo "Com licença, isso aqui são poesias de Fernando Pessoa que eu estou distribundo hoje..." e ele, acho que é o Relações Públicas da Polícia Militar, pois já tinha visto ele na TV e até disse isso para ele; disse que o conhecia - "Eu já vi o senhor na TV."

Ele chamou outro policial e o pediu para ele me acompanhar até a saída e fui oferecendo a Sopinha de Versos de Fernando Pessoa para este policial também, no que ele me disse que eu poderia distribuir do lado de fora do palácio.

Distribui para algumas pessoas e de repente dei para um engravatado que eu tinha visto na capa da Veja Rio, e disse-lhe: "Eu vi você na revista!", no que ele respondeu com euforia: "Muito obrigado!!!!"

Resolvi voltar à banca de jornal e ler a reportagem em que ele estava.

_ Sacanagem!!!

O nome dele é Carlos Roberto Osório e tinha acabado de deixar o cargo de Secretário de Transporte para concorrer a uma vaga de Deputado Estadual.  (...)

_ Vai ser meu adversário!!!!!

Eu sou pré-candidato a Deputado Estadual!!!!

Viu que moral!

_ Quase que o primeiro preso poético do Brasil...

                                   Aventuras poéticas...


Dennys Andrade


sexta-feira, 7 de março de 2014

As causas de uma revolução

Toda revolução tem um começo, e toda revolução tem uma forma.

Penso que o início da revolução não foi em junho/julho passado (2013), mas foi antes... Na verdade desde a VIRADA DO MILÊNIO!

Penso que toda revolução tem seus estágios, e no Brasil não vai ser diferente!

Toda revolução começa na mudança de atitude em relação ao que existe na realidade de um país.

O que está acontecendo na Criméia não começou agora, o que houve foi apenas o endurecimento das ações da Russia em relação à região da Crméia, e em relação à Ulcrânia!!! Na Venezuela é a mesma coisa; o que houve foi um endurecimento do Chavismo por parte de Maduro, coisa que já se imaginava quando ele falava que tinha visto Chávez numa pomba branca ao amanhecer... Para se ter ideia, o Nazismo alemão começou na décda de 1930, mas só descambou para uma guerra nos anos de 1940 - há quem diga que o Golpe de 64 na verdade foi uma revolução.

Voltando ao Brasil. às manifestações de julho passado foram apenas o estágio de acirramento de uma revolução que começou na poesia, no pensamento, mas como a poesia, em nossa sociedade não tem valor (de mercado) ninguém deu importância a ela  quando esta começou, porém, a manifestação poética independente - a dos poetas que vendem seus livrinhos feitos em casa a preço de banana nas ruas - foi moldando as mentes e corações das pessoas, que se expressavam cada vez mais na Internet e que foram se organizando em grupos festivos (para jogar dominó, jogar cartas, tomar chá, ir a festas, comprar livros, fazer reivindicações, etc.); e enquanto isso os poetas se expressavam, tanto no meio real quanto no meio on-line, e as mentes e corações das pessoas foram se moldando...

Enfim, nos meses de  junho, julho passados as manifestações esporádicas se juntaram e alcansaram um novo estágio, que é a da violência!

Não pense que são dois momentos distintos.  Fazem parte da mesma revolução, só que agora com 'toque de recolher' etudo!

E é um processo revolucionário sim, pois isso vai interferir no processo eleitoral deste ano também!

Talvez não um processo revolucionário como o da Revolução Russa ou como o da Primavera Árabe, mas que estamos num momento crucial estamos sim, o problema é: para qual estágio vamos avançar agora? O da violência ou o da pacificação???? 

Dennys Andrade






Lições da FLIP

Revolução dos Versos

'
“Existe uma consciência cada vez mais clara de vários setores da produção intelectual brasileira de que os últimos anos foram estranhos, e é importante ter consciência dessas questões”, disse Safatle. “Há uma dificuldade para criar uma dinâmica interna em que uma obra remeta a outra, exerça influência. Comparando nosso cinema com o latino-americano, existe uma defasagem. Temos grandes escritores, mas não uma dinâmica de grupo. Essa é uma questão muito específica do Brasil.”


Uma das razões para esse problema, de acordo com Safatle, está no fato de que grandes decisões que afetam o meio cultural são tomadas por diretores de marketing de grandes empresas. “Isso vai impondo certo modelo de difusão, de veiculação, adequado aos interesses corporativos de certas empresas, e é claro que isso tem um impacto. Há 5.000 saraus em São Paulo do qual sequer sabemos porque, do ponto de vista financeiro, não têm o menor interesse. É preciso escapar desse modelo para que a cultura brasileira seja novamente ouvida como merece ser ouvida.”


Safatle, assim como Hatoum, foi chamado para substituir o poeta egípcio Al-Barghouti, que perdeu ou teve furtado seu passaporte em Londres e, portanto, não pôde participar do evento. Enviou, porém, uma carta para o público, lida por Ángel Gurría-Quintana no início do encontro. Em seguida, coube a Mamede Jarouche a leitura de Em Jerusalém, um dos poemas de Al-Barghouti, que viu sua obra ser cantada pelos manifestantes que ocuparam a Praça Tahrir há pouco mais de um ano.


Mas afinal, o que torna revolucionária uma obra de literatura? Mamede Jarouche, tradutor de As Mil e Um Noites, fez questão de diferenciar duas linhas. Na primeira, a literatura é um instrumento da revolução. Nessa vertente, estão os poemas, até os de má qualidade, que são feitos para animar soldados, por exemplo, entoados como cânticos de guerra. Na segunda, observa-se um movimento interno na literatura, que busca um novo modo de produção literária, revolucionária em si mesma.


Um exemplo? O Alcorão, disse Mamede. “Ele pode ser visto como texto revolucionário, na medida em que se propõe como uma releitura para repor as coisas no lugar, e mediante o qual foi criado um dos maiores impérios que a humanidade conheceu. Antes dele, não havia nada semelhante na poesia árabe.”



Hoje, segundo Jarouche, há uma eclosão de autores que se apresentam como revolucionários apenas porque escrevem sobre a revolução. “Não acho que seja uma literatura revolucionária. Esses querem instrumentalizar ou ser instrumentalizados pela revolução.”


Não há arte revolucionária sem forma revolucionária. A famosa frase de Maiakóvski foi citada por Safatle, que discorreu sobre como a forma que usamos para nos expressar está ligada à nossa forma de pensar. “A literatura tem a capacidade de expor o descontentamento contra nossa maneira de pensar em determinada época. Existe uma ordem social que busca se afirmar e essa ordem vai produzir um abalo na própria gramática. Há momentos históricos em que já não é possível falar na mesma forma, pensar do mesmo jeito.”


Milton Hatoum foi enfático ao apontar que a literatura não tem um caráter doutrinário, de convencimento ou explicativo. Voltando a Graciliano Ramos, sobre quem falou na Conferência de abertura, lembrou que o alagoano se indispôs com a cúpula do Partido Comunista por não aderir à linha do realismo socialista e da arte proletária e por ter se recusado a alterar Memórias do Cárcere. “Foi um franco-atirador dentro da própria militância”, disse Hatoum. “Graciliano tem um poder muito mais esclarecedor do ponto de vista da consciência social do que um texto doutrinário ou panfletário. E é aí que a força dele está.”


Hatoum encerrou a mesa com um dos textos que integram Um Solitário à Espreita, recém-lançado. Escrito em junho de 2012, Estádios novos, miséria antiga parece premonitório, ao dizer: “Caprichem na maquiagem urbana e escondam (pela milésima vez) a miséria brasileira, bem mais antiga que o futebol. E quando a multidão enfurecida cobrar a dignidade que lhe foi roubada, digam com um cinismo vil que se trata de uma massa de baderneiros e terroristas. Digam qualquer mentira, mas aí talvez seja tarde. Ou tarde demais.”'

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Por um revolução literária

Revolução dos Versos

Hoje é o Dia Mundial da Poesia. DE manhã chegou uma cliente me falando isso na banca de jornal e me disse que eu estava de parabéns, pois sempre distribuia poesias lindíssimas. Disse que pegou uma de carlos Drummond de Andrade que ela amou.

_ Que bom!

A Sopinha de Versos é realizada desde 2009: foi inventada no dia 29 de outubro de 2009 e desde então não parou mais de ser produzida e distribuída, primeiramente na Penha e depois no Centro do Rio, no Sarau da carioca, que é um sarau de poesias que eu fazia com os livreiros do Largo da carioca, ao meio-dia -e-meia.

Por que esse horário???

Para pegar pessoas que estivessem andando na rua despretenciosamente até ser fisgada pela poesia. DE janeiro à dezembro de 2011 fiz o sarau no Centro do Rio, junto aos livreiros do local, até que, em 2012, comecei a trabalhar de jornaleiro e então levei a Sopinha de Versos para Laranjeiras (RJ) onde ela foi bem aceita pelas pessoas e está até hoje.

Antes eu organizava um sarau em Olaria, na Confeitaria Alhambra, que fica em frente à Estação de trem do bairro, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Depois passamos para o Clube do Olaria Atlético Clube e então, o sarau acabou... Acho que as pessoas gostavam mais da hstória de entrar numa padaria e ganhar versos!!!

A Sopinha de Versos realmente é uma Revolução dos Versos, pois as pessoas leem mais com ela, e leem sempre uma coisa diferente!

_ Viva a Revolução dos Versos à la carioca...




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A poesia como proposta!!!

Bem, as manifestações estão crescendo...


O Santiago Andrade, cinegrafista da band, acabou sendo um marco; um mártir depois de sua morte. Não só porque comoveu toda a imprensa, mas porque - penso- com a morte dele o Brasil acabou entrando na Pós-Modernidade.

O teórico marshall Berman diz em seu livro "Tudo o que é Solído Desmancha no Ar" que alguns autores se designam modernos, outros se auto-intituçam Pós-Modernos, e acho que o Brasil entrou na Pós-Modernidade após este acontecimento.

Por que???

Porque houve uma ruptura, os manifestantes descobriram que podem matar!!!!

Houve uma ruptura...

A polícia não sabe como agir neste caso, e a ruptura está ficando cada vez maior com o tempo.

O Brasil, assim como todos os países da América latina tiveram uma "modernidade tardia", então a modenidade também veio atrasada.

Como solução indico a POESIA.

_ Penso que a Sopinha de Versos seria a solução para o Brasil!!!

Se os caras que acenderam o rojão lessem poesia não iriam se vender por 150 reais; não iriam nem estar participando das manifestações porque, afinal, a poesia faz a pessoa refletir.

A poesia trás um tipo de reflecção que nenhuma outra coisa pode dar, aliás, é por isso que em gvernos totalitários os poetas são proibidos de fazer poesia, e livros são queimados, e autores perseguidos, em fim... Fazem isso com o objetivo de fazer a informação parar de circular e simpismente porque um povo burro - mal informado - é mais fácil de se controlar. Povos ignorantes também são fáceis de se manter sob controle.

O Nazismo começou na Alemanhã bem antes do início da Segunda Guerra Mundial!!!